sexta-feira, 20 de julho de 2012

Os Reformistas

Reformar um objeto não pode significar de maneira alguma abandoná-lo e fazer outro. Não se reforma uma roupa com a confecção de outra.

Em matéria religiosa, a tese assume maiores proporções. Reformar a igreja, não importa em substituí-la por outra, mas em melhorá-la, aperfeiçoá-la, ela mesma, e não outra.


Os reformistas, sob o pretexto de reformar a igreja, querem substituí-la por outra, com organização e direção suas.

Eles costumam justificar-se com a Reforma Protestante do século 16, de que resultou a separação dos católicos de vários países da Europa, formando o Protestantismo.

Mas o Espírito de Profecia nos diz, em O Conflito dos Séculos, que Lutero iniciou o movimento com o único desejo de reformar a Igreja, sem a menor intenção de separar-se dela, o que afinal foi forçado a fazer.

O Espírito de Profecia estabelece assim uma perfeita distinção entre reforma e separação.

E nenhuma das igrejas resultantes do movimento protestante adotou o nome de Reforma, mas luterana, anglicana, presbiteriana, etc.

Essa separação tinha, porém, sua autoridade nas profecias de Apoc. 2 e 3; era a passagem da 4ª igreja, de Tiatira (albigenses, valdenses, Wycliffe, Huss, etc), para a 5ª igreja, de Sardo (Lutero, Calvino, Zuínglio, etc.)

A Sétima Igreja
À igreja de Sardo sucedeu a de Filadélfia, a 6ª, que teve, por sua vez, o castiçal apagado com a rejeição da tríplice mensagem, surgindo, então, em 1844, a de Laodicéia, a 7ª e última das igrejas, ou a atual Igreja dos Adventistas do Sétimo Dia.

Se não se pode acrescentar um 8º selo, nenhuma 8ª trombeta, também não se deve acrescentar uma 8ª igreja, porque o Apocalipse enumera taxativamente as 7 igrejas e quem o fizer estará desafiando a maldição das pragas do cap. 22, v. 18: "Porque Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que se alguém lhe acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro .

Babilônia e Jerusalém
Creem os reformistas, como nós também, que a queda da Babilônia, mencionada no Apocalipse, se refere à situação confusa em que ficaram e ficam as igrejas protestantes e católica, a partir de 1844, em face das verdades proclamadas pelos adventistas, mostrando os erros e enganos que elas ensinam e seguem. Como a mensagem foi e está sendo rejeitada, adicionou-se a solene advertência: "sai dela, povo Meu, para que não sejas participante dos seus pecados e incorras nas suas pragas".

De acordo com essas profecias, o povo de Deus, disperso pelas igrejas caídas, desde 1844, sai da Babilônia e vem para Jerusalém.

Cumpre-se assim a profecia do Apocalipse, e realiza-se, nos nossos dias, o movimento do regresso do povo de Israel do cativeiro de Babilônia para Jerusalém, no tempo de Zorobabel, Esdras e Neemias. A distância entre as duas cidades era de quatro meses de viagem, como se vê em Esdr. 7:9. Quem se transportasse para Jerusalém ficava muito longe de Babilônia. Tinha ouvido e atendido o chamado do Senhor, antes profetizado em Isa. 48:20 e Jer. 51:6 e 45.

Em 1844, os adventistas exortavam o povo a que saísse das igrejas caídas (Babilônia) para a igreja que se reconstruía, com a restauração da Lei e dos estatutos de Deus. Logo, a igreja que se iniciou em 1844 é Jerusalém. Não pode ser confundida, portanto, com Babilônia. A distância que as separa é grande.

Os que proclamavam e proclamam a tríplice mensagem e a advertência de Apoc. 18 realizam hoje missão idêntica à que foi confiada a Zorobabel, Esdras e Neemias, e esses nunca exortaram o povo a sair do lugar para onde o haviam transportado desde o princípio. E o povo aí ficou até à vinda de Cristo.

A Obra das Duas Cidades
O que a Babilônia impôs a todo o mundo está escrito no livro de Daniel: a adoração do ídolo de ouro, imagem da sua soberba e da corrupção. Jerusalém lembra a morte salvadora de Cristo e a Sua vivificadora ressurreição.

O Apocalipse afirma da Babilônia: "Todas as nações beberam do vinho da sua prostituição." Essa Babilônia são as igrejas caídas, cujos dogmas são aceitos por todo o mundo.

Dizer-se que a Igreja dos Adventistas do 7º Dia é a Babilônia, importa em considerar, como vinho da prostituição, as doutrinas contidas nas irradiações da Voz da Profecia, nos livros publicados e editados por nossas Casas Publicadoras, distribuídos por todo o mundo, como O Conflito dos Séculos, Patriarcas e Profetas, Vereda de Cristo, Nossa Época à Luz da Profecia, e outros.

É blasfêmia demais!

Acusador dos Irmãos
A Irmã White previne, com clareza e energia: "Pretender que a Igreja Adventista do Sétimo Dia seja Babilônia, é fazer a mesma declaração que faz Satanás, que é um acusador dos seus irmãos, acusando-os dia e noite perante Deus". — Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 42.

Só uma consciência muito obscurecida não consegue atinar com o sentido destas palavras da Irmã White: "Aqueles que afirmam que as igrejas adventistas do sétimo dia constituem Babilônia, ou parte dela, deveriam antes ficar em casa". — Id., pág. 37.

A objeção que os reformistas opõem ao formidável libelo do Espírito da Profecia, constitui um sofisma que não resiste à menor argumentação. Dizem eles que a Irmã White se referia apenas ao folheto aparecido em 1893, e não tem hoje mais aplicação.

Como profetisa, porém, ela previu perfeitamente que as mesmas acusações se reproduziriam no futuro: "Semelhantes mensagens terão de apresentar-se, e delas será declarado serem enviadas de Deus, mas tal declaração será falsa; pois não estão cheias de luz, mas de trevas." — ld., págs. 41 e 42.

Para alertar os adventistas, e deixar sem desculpas os reformistas, o Espírito de Profecia prediz o uso indevido dos testemunhos: "Enganarão o povo e porão de mistura com o erro os testemunhos da irmã White, servindo-se do seu nome para dar influência à sua obra. Escolhem dos testemunhos trechos que podem ser torcidos de modo a apoiar sua atitude, e põem-nos numa moldura de falsidade, para que seu erro tenha peso e seja aceito pelo povo. — ld., pág. 42.

"Vomitar-te-ei"
A mensagem dirigida à sétima e última igreja aponta o seu grande defeito: a grande confiança na riqueza dos seus conhecimentos. "Rico sou, estou enriquecido, e de nada tenho falta".

Essa riqueza é a mesma da igreja dos Coríntios, a que se refere a 1ª epístola, no cap. 1, vs. 5, 6 e 7, "enriquecida nEle, em toda a palavra, e em todo o conhecimento", possuindo essa igreja "o testemunho de Cristo" (v. 6) e "esperando a manifestação de Jesus Cristo" (v. 7). É tão censurada quanto a sétima do Apocalipse, mas Paulo só mandou sair dela os recalcitrantes.

O Testemunho Verdadeiro, o Amém, relata ao anjo de Laodicéia: “Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és nem frio nem quente, vomitar-te-ei da Minha boca”.

É assim identificada a sétima e última igreja, a de Laodicéia. E por causa dessa condição defeituosa, será vomitada. Mas uma vez vomitada não haverá mais lugar na terra para outra igreja, porque ela é a última, e já foi vomitada, e depois dela haverá outra organização eclesiástica.

Isso somente acontecerá no tempo da angústia, daquela angústia que nunca houve, nem no tempo das feras e das tochas de Nero, nem das torturas e fogueiras da inquisição, nem tão pouco haverá outra igual, a qual dispersará o povo para os refúgios solitários dos altos montes, dos vales profundos, das masmorras sombrias, quando nenhuma proteção humana o abrigará das forças do mal.

Essa é a "grande tribulação". Mas é a nossa festa das cabanas, correspondente à última festa do ano, na antiga dispensação, imediata à da Expiação, durante a qual o povo de Deus deixava o conforto de suas residências, e ia morar nas barracas de ramos e palmas que armava nas ruas, nas estradas e nos campos.

O que vai purificar o povo não será nenhuma outra organização eclesiástica, já experimentada sete vezes, na dispensação cristã, mas a "fornalha da aflição" (Isa. 48: 10), que o impelirá para bem próximo de Deus, seu único socorro, seu único refúgio, nessa prova de fogo por que vai passar a sua fé, antes da vinda de Jesus.

"Eu repreendo e castigo a todos quantos amo", é o que Jesus diz à Igreja de Laodicéia. Apoc. 3:19. "Aconselho-te que de Mim compres ouro provado no fogo", é o remédio, para a cura de Laodicéia.

Mas os reformistas recebem essas palavras como desafio divino, e querem provar que conhecem melhor remédio.

"Eis que Estou à Porta e Bato"
Jesus não abandona o Seu povo, e por isso insiste e bate à porta da Laodicéia, convidando-o, não para sair, mas para que Lha abram, porque Ele quer entrar, e cear com quem O ouvir e atender-Lhe ao chamado.

O convite para a ceia é dirigido aos que estão dentro da Laodicéia, e não aos que dela saíram e foram para a igreja da Reforma, porque Jesus não está na porta desta e sim na da Laodicéia, em que está batendo para entrar, "Se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo".

Pontos de Acusação
A alimentação cárnea era discutida na igreja dos coríntios, e o apóstolo recomenda: "pelo que se o manjar escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão se não escandalize".

A Irmã White, recomendando a abstenção da carne diz, entretanto, que "não nos compete fazer do uso da carne uma prova de comunhão". — Test. para a Igreja, pág. 161.

Além disso a igreja dos Adventistas do 7º Dia sempre preconizou o regime lacto-vegetariano.

As modas sobre roupas não podem autorizar o abandono da Igreja. Os coríntios davam muito trabalho a Paulo, por causa dessas coisas, como a moda das mulheres sobre cabelos cortados, apresentando-lhes o apóstolo a solução, mas recomendando-lhes que não estabelecessem contendas sobre esses assuntos. Havia outros fatos mais graves, mas ninguém foi aconselhado a fazer nova igreja. Até mesmo nas santas ceias, cujas instruções tiveram eles o privilégio de receber e a elas ligar o seu nome, o apóstolo os censura "porquanto vos ajuntais não para melhor mas para pior". (11:17).

Mas apesar disso eram eles, os cristãos, "enriquecidos em todo o conhecimento", confirmados "no testemunho de Cristo", "esperando a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo" (1:5, 6 e 7), como o são os que têm hoje a glória de participar da ceia do Senhor: "porque todas as vezes que comerdes deste pão, e beberdes deste vinho, anunciais a morte do Senhor, até que venha" (11:26).

"A Luz Raiou"
Até ao século 18, a humanidade vivia em condições muito diferentes das de hoje. Não havia liberdade de palavra, nem de religião. Galileu, há poucos séculos, por afirmar, como sábio astrônomo que era, a teoria segundo a qual a terra é que gira ao redor do sol, e não o sol ao redor da terra, teve que retratar-se, sob pena de ser queimado vivo pela inquisição.

Por isso não havia progresso, e a moralidade dos povos era a mais baixa possível. Reis, como Luiz XIV, ou Luiz XV, Napoleão, Henrique VIII e até Papas, ostentavam escandalosamente suas amantes. Durante o feudalismo da Idade Média, os barões eram senhores da vida, propriedade e honra dos vassalos.

Se recuarmos aos tempos dos imperadores romanos, pior será ainda. Mas quando se principiou a proclamar a volta de Cristo, no fim do século 18 e princípio do século 19, todos os povos começaram também a moralizar os seus costumes, e hoje não há chefe de Estado que não procure orientar o seu governo e os seus povos pelos princípios cristãos.

Também nunca houve período em que a igreja de Deus fosse mais santa. Basta olharmos para os santos das épocas passadas, santos para o seu tempo, mas não para o nosso tempo: Abrão, com suas concubinas, não seria aceito membro de Igreja Adventista. Jacó, Davi, Salomão, os coríntios, e até Lutero, teimando na presença corporal de Cristo na hóstia, teriam as portas da igreja fechadas à sua entrada.

É que no século 19, "o povo que estava assentado em trevas viu uma grande luz, e aos que estavam assentados na região e sombra da morte a luz raiou." Quando surgiu a igreja remanescente cumpriu-se o que estava escrito: "as nações caminharão à tua luz, e os reis ao resplendor que te nasceu". Isa. 60:3.

Pelo Dr. Américo R. Coelho


Fonte: Revista Adventista-novembro de 1945

2 comentários :

  1. Parabéns pelo trabalhoO separatismo é antibiblico e contrário também às prescrições de Ellen G. White, que se têm como revelações do Espírito Santo (Espírito de Profecia), portanto provenientes da mesma fonte, consequentemente com a mesma credibilidade e autoridade, e, como era de se esperar, eles não se contradizem.
    Lemos em João 17: 21: ‘’Para que todos sejam um, como Tu, ó Pai, o És em Mim, e Eu em Ti; que também eles sejam um em Nós, para que o mundo creia que Tu Me enviaste. ’’
    O êxito do cristianismo está na capacidade de se fazer acreditar, e Jesus está dizendo que isso só será possível se houver união entre os cristãos.
    Atualizando a instrução a profetisa proscreve as facções em textos como: ‘’Deus tem na Terra uma igreja que é Seu povo escolhido, que guarda os Seus mandamentos. Ele está guiando não ramificações transviadas, não um aqui e outro ali, mas um povo.” II TS 362.
    “Não podemos agora entrar para qualquer organização nova, pois isto significaria apostasia da verdade.” Idem

    III Única Igreja. A expressão pode parecer pretensiosa se não entendermos que há diferença entre Igreja de Deus e povo de Deus. Nesta acepção, igreja é instituição. Só há no Novo Testamento (NT) uma igreja desde que Jesus anunciou sua fundação (Mateus 16:18). Paulo menciona igreja, várias vezes, sempre no singular. Na metáfora do NT, a igreja é a esposa do Cordeiro e Este não seria bígamo. O povo de Deus pode estar em qualquer comunidade religiosa e, até em nenhuma delas (‘’Sai dela, povo Meu’’).
    Por sua vez, Ellen White afirma em vários textos, essa exclusividade da Igreja Adventista de 7º Dia (Ela morreu em 1915 e o primeiro cisma chamado reforma ocorreu em 1914). Essa facção desenvolveu-se em uma igreja completamente independente, portanto, não é a igreja a que a profetisa se refere.
    ‘’Deus tem um povo em que todo Céu se acha interessado e eles são o único objeto na Terra, precioso ao coração de Deus... quando levanta alguém de nosso meio ou fora de nós tendo a preocupação de proclamar uma mensagem que declare que o povo de Deus pertence ao número de Babilonia, e que pretenda que o alto clamor é um chamado para sair dela, podereis saber que esse tal não é portador da mensagem de verdade... Deus não falou por ele”. Idem363.
    ‘’Os adventistas do sétimo dia foram escolhidos por Deus como povo peculiar, separado do mundo. Com a grande talhadeira da verdade Ele os cortou da pedreira do mundo e os ligou a Si. Tornou-os representantes Seus e os chamou para serem embaixadores Seus na derradeira obra de salvação. O maior tesouro da verdade já confiado a mortais, as mais solenes e terríveis advertências que Deus já enviou a homens foram confiadas a este povo, a fim de serem transmitidas ao mundo.’’ III TS 140.
    ‘’Cobro ânimo e sinto-me abençoada ao reconhecer que o Deus de Israel ainda está guiando o Seu povo e continuará com eles até ao fim.’’ Idem 439

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  2. E mais
    CONVICÇÃO
    Desejo demonstrar convicção eclesiástica a respeito de três temas:
    I – O assunto dos 144 mil não agrega argumentos suficientemente convincentes para atenção, ao ponto de ser listado na categoria de doutrina. Ele apresenta-se nos capítulos 7 e 14 do Apocalipse. O enunciado é simbólico e o contexto é escasso para se firmar como doutrina. Sendo citações proféticas para o futuro, não se devem arriscar opiniões, nesta escassez de contexto.
    Não havia consenso entre os pioneiros:
    ‘’Serão salvas somente 144.000 almas como resultado da pregação da terceira mensagem Angélica, desde 1844 até a volta de Cristo, incluindo os que morreram, naturalmente. (Uriah Smith e J. N. Loughborough. Como crêem os reformistas).
    Os 144.000 serão um grupo especial, selecionados dentre os justos vivos, por ocasião da segunda vinda de Cristo.( A . G. Daniells).
    Os 144.000 serão todos e somente os justos vivos, isto é, os que não passaram pela morte.( George I. Butller).
    Todavia nào abandonaram a igreja para fundar qualquer movimento.

    Também não há entre os teólogos atuais consenso que confira autoridade a ser imposta na Igreja.
    Nas orientações pàra-biblicas da profetisa Ellen Gould White o assunto é mantido reservadamente: “Não é Sua (de Deus) vontade, que eles se metam em discussões acerca de questões que não nos ajudam espiritualmente, tais como: que pessoas vão constituir os 144.000? Isto, aqueles que forem os eleitos de Deus hão de sem dúvida saber em breve”. (ME, I, 174). “Outra questão sobre a qual conversamos um pouco, foi a respeito dos
    eleitos de Deus – que o Senhor teria um número certo, e quando esse número se completasse, cessaria o tempo da graça. Estas são questões sobre as quais vós, ou eu, não temos o direito de falar. O Senhor Jesus receberá a todos os que vierem ter com Ele. Morreu pelos injustos, e toda pessoa que quiser vir, poderá fazê-lo” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 315).
    “Cristo diz que haverá na igreja pessoas que apresentarão fábulas e
    suposições, quando Deus deu verdades grandes, inspiradoras e de molde a
    enobrecer, as quais devem ser sempre conservadas no tesouro da memória. Quando os homens apanham esta e aquela teoria, quando são curiosos de saber alguma coisa que não lhes é necessário saber, Deus não os está conduzindo. Não é plano dEle que Seu povo apresente alguma coisa que eles supõem, a qual não é ensinada na Palavra de Deus. Não é Sua vontade que eles se metam em discussões acerca de questões que os não ajudam espiritualmente, tais como: Que pessoas vão constituir os cento e quarenta e quatro mil? Isto, aqueles que forem os eleitos de Deus hão de sem dúvida, saber em breve. Meus irmãos e irmãs, apreciai e estudai as verdades que Deus vos tem dado, a vós e a vossos filhos. Não gasteis o tempo buscando saber aquilo que não vos será de proveito espiritual. "Que farei para herdar a vida eterna?" Luc. 10:25. Esta é a todo-importante questão, e foi claramente respondida” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 174-175).
    “Não tenho luz sobre o assunto [de quem constitui os 144.000]... Tenha a
    bondade de dizer a meus irmãos que nada me foi apresentado acerca das
    circunstâncias a que escrevem, e só lhes posso expor aquilo que me foi
    apresentado” (Mens. Escolhidas, vol. 3, p. 51).
    Por si só, as citações vetam qualquer presunção de dogmatizar o assunto.

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