terça-feira, 21 de maio de 2013

O Vestido da Reforma Segundo Ellen G. White

O vestido da reforma 
Nas Reformas de 1914 é estabelecido como prova de comunhão que os vestidos ou saias das irmãs tenham comprimento que fique no mínimo a 9 polegadas ou 23 centímetros do chão. Isto com base em um testemunho dado em 1867, ou antes. (Ver Testemunhos para a Igreja, vol. 1, pág. 521 - edição recente)...

Quando foi dado esse Testemunho, a moda era que as vestes femininas chegassem ao chão. Em 1868, escreveu Ellen White um folheto intitulado A Reforma do Vestuário, em que disse:

“Se ela vai para o jardim a passear ou trabalhar entre as flores, para aproveitar o refrigerante ar matutino, a menos

que as segure com ambas as mãos, suas saias arrastam pela lama e o orvalho, até que ficam úmidas e enlameadas. A moda se apega a essa roupa, que passa a ser usada nesse caso como uma espécie de esfregão. Isto é excessivamente inconveniente. Mas por amor da moda precisa ser suportado.” Folheto “A Reforma do Vestuário”, pág. 4, citado em Crede em seus Profetas, pág. 200.

"Quando foi estabelecido o Instituto da Reforma da Saúde, os médicos acharam que era desejável para as mulheres um estilo de vestido melhor que as saias longas, arrastando...." (Destaque acrescentado).. 
Crede em seus Profetas, pág. 199.

Neste tópico, respondemos às perguntas: Foi a igreja orientada a fazer prova de comunhão quanto àquela medida dos vestidos e saias para todos os tempos, ou tal estabelecimento de prova pela Reforma contraria a orientação da profetisa? Houve alguma outra orientação posterior?

Estudando a questão da medida do vestido acima referida nos testemunhos, conclui-se que o problema estava mais relacionado com a saúde, a conveniência e a modéstia, do que com a decência.

Não dado como regra absoluta
ou prova de comunhão 

Cremos que se em 1925 os reformistas conhecessem bem os Testemunhos, não teriam estabelecido esse "princípio de fé". Nos escritos de Ellen White é bem claro que o testemunho não foi dado para estabelecer uma regra absoluta para a Igreja. Note estas citações:

"Não fiz do vestido uma pedra de toque." - 4T, 637, em 
Crede em seus Profetas, pág. 205.

"Da parte dos extremistas, esta reforma parecia constituir a suma e substância de sua religião. Era o assunto de conversa e a preocupação da sua alma, e a mente foi assim desviada de Deus e da verdade....". - 4T, 636,637, em 
Crede em seus Profetas,  idem.

"Elas procuravam controlar a consciência das outras pela sua própria. Se a usavam, as outras precisavam fazê-lo. Esqueciam que ninguém devia ser obrigado a usar o vestido da reforma". -
4T, 636 em 
Crede em seus Profetas, pág. 205.

"Algumas ficavam muito perturbadas por eu não tornar o vestuário uma questão de prova, e ainda outras, porque eu aconselhava as que tinham maridos ou filhos descrentes a não adotar o vestido da reforma, visto poder tal ato levar a infortúnio que contrabalançasse todo o bem a ser derivado de seu uso". - 4T, 637 em 
Crede em seus Profetas, págs. 205,206 (Destaques acrescentados).

Ellen White deixa de falar
sobre a reforma do vestuário  

"Foi em princípios e meados da década dos sessenta que se viu em nossas fileiras a maior agitação por causa da questão da reforma do vestuário feminino. Em razão dos extremistas e dos oponentes das mudanças no modo de vestir, a Sra. White deixou cair o assunto por vários anos. Bem pouco mais se ouviu sobre a questão entre nossos escritos até por volta de 1897, quando alguns indagaram por que a reforma específica do vestuário não estava sendo usada, e desejaram reviver o assunto." - (
Crede em seus Profetas , pág. 206; Destaque nosso) . 

A Sra. White escreveu o que damos a seguir:

Ellen White explica por que deixou
de falar sobre o assunto 

"Em resposta às perguntas que me têm chegado recentemente com respeito a reencetar a reforma do vestuário, desejaria dizer que aqueles que têm estado a agitar esta questão podem ficar certos de que não têm sido inspirados pelo Espírito de Deus. O Senhor não indicou que seja dever de nossas irmãs voltarem à reforma nesse sentido. As dificuldades que uma vez tivemos de enfrentar não devem ser suscitadas outra vez. Não precisa haver agora ramificações em formas singulares de vestido. Surgirão continuamente coisas novas e estranhas para levar o povo de Deus a falsas excitações, reavivamentos religiosos e curiosas expansões; NOSSO POVO, PORÉM, NÃO DEVE SER SUJEITO A QUAISQUER PROVAS DE INVENÇÃO HUMANA que venham criar conflitos em nenhum sentido.

"A defesa da velha reforma do vestuário demonstrou-se a cada passo uma batalha. Não havia da parte de alguns uniformidade nem gosto no arranjo do costume, e os que se recusaram a aceitá-lo causaram dissensão e discórdia. Assim foi a causa desonrada. Porque aquilo que foi dado como uma bênção tornou-se em maldição, foi removido o encargo de defender a reforma do vestuário.


"Havia certas coisas que tornavam a reforma do vestuário decidida bênção. Com ela, as anquinhas ridículas, então em moda, não podiam ser usadas; nem a saia longa, arrastando, varrendo a sujeira das ruas...." Manuscrito 167, 1897, citado 
Crede em seus Profetas, págs. 206, 207. (Destaques acrescentados) 

Moda aceitável antes da declaração acima

Em continuação ao que E. G. White vinha dizendo acima, escreveu:

"Nos últimos anos, porém, foi adotada pelo mundo uma moda mais sensata de vestir, que não envolve esses aspectos objetáveis; e se nossas irmãs desejarem fazer seus vestidos segundo esses modelos, simples e singelos, o Senhor não será desonrado por assim fazerem." - Idem, idem.  
(Negrito acrescentado) 

Não era a verdade presente

"A questão do vestuário não tem de ser nossa verdade presente". Criar um caso a esse respeito agora, seria agradar ao inimigo. Ele se deleitaria em ver as mentes desviadas para qualquer assunto pelo qual pudesse criar divisão de sentimentos, e levar nosso povo à contenda. - Ms. 167, 1897, em 
Crede em seus Profetas, pág. 207. 

"Rogo a nosso povo que ande cuidadosa e circunspectamente diante de Deus. Na questão do vestuário, sigam os usos até ao ponto em que eles estejam de acordo com os princípios de saúde. Trajem-se nossas irmãs com simplicidade, como fazem muitas, fazendo seus vestidos de fazenda boa e durável, apropriados para esta época, e não encha a mente a questão do vestuário. Nossas irmãs devem vestir-se de modo simples. Devem trajar-se com roupas modestas, com pudor e sobriedade...." - Idem, idem. (Destaque acrescentado).

É correto o procedimento das reformas de 1914?

Oito anos antes, a Sra. White escrevera:

"Muitos há cuja religião consiste em criticar os hábitos de vestuário e as maneiras. Querem levar todos á sua própria medida. Desejam alongar os que parecem demasiado curtos para sua norma, e cortar outros que parecem por demais compridos. Eles perderam o amor de Deus do coração; porém, julgam possuir espírito de discernimento. Acham que é prerrogativa sua criticar, julgar, devem, porém, arrepender-se de seu erro, e desviar-se de seus pecados.... Amemo-nos uns aos outros. Tenhamos união em nossas fileiras. Tenhamos santificado o coração para com Deus. Olhemos a luz que para nós reside em Jesus. Lembremo-nos de quão paciente e sofredor Ele foi para com os errantes filhos dos homens. Estaríamos em um estado miserável se o Deus do Céu fosse como um de nós, e nos tratasse como somos inclinados a tratar-nos uns aos outros". - R&H, 27/8/1889, citado em "Ellen White - Mensageira da Igreja Remanescente", pág. 201. (Destaque acrescentado).

"Vi que toda a religião de algumas pobres almas, consiste em observar a roupa e os atos dos outros e em os criticar. A menos que se reformem, não haverá no Céu lugar para elas, pois achariam defeitos no próprio Senhor". - 1TS, pág. 44 (Negrito acrescentado).

Não tornar o vestuário
ponto principal da religião 

"Não incentiveis uma classe que centraliza sua religião no vestuário. Cada um estude os claros ensinos das Escrituras quanto à simplicidade e singeleza do vestuário e, pela fiel obediência a esses ensinos, se esforce para dar digno exemplo ao mundo e aos novos na fé". - Orientação da Criança, pág. 429.

"Não há necessidade de tornar a questão do vestuário o ponto principal da vossa religião". - Idem, pág. 428. (Destaques acrescentados)

O vestido da reforma caiu de foco

Em 1883, George I. Butler escreveu:

"Chegou-se a um ponto em que se tornou evidente que o vestido curto, destinado a ser um benefício para nosso povo, veio a ser real entrave à causa, devido à orientação irrazoável de muitos entre nós a esse respeito. A irmã White deixou de falar em seu favor, nem o usou mais ela própria, e dentro em pouco ele deixou de ser geralmente usado". - Suplemento da R&H de 14/8/1883. (Destaque acrescentado).

Note como o vestido das 9 polegadas acima do chão era chamado de vestido curto. A irmã White, ao deixar de usá-lo passou por certo a usar um pouco mais comprido, mas, de qualquer forma, foi retirada a questão da medida, porque estava trazendo confusão na igreja.

Modéstia fictícia e discussões

"Digo portanto às minhas irmãs: Não entreis em discussões quanto ao traje exterior, mas estai certas de possuir o adorno interior de um espírito manso e quieto....

"A falsa prudência, a modéstia fictícia, podem manifestar-se pelo traje exterior, ao passo que o coração se acha em necessidade de adorno interior. Permanecei sempre entregues ao direito".
- Ms. 167, 1897, citado em 
Crede em seus Profetas, págs. 207, 208 (Destaque acrescentado). 

O fator "época"

"Quanto aos testemunhos... o tempo e o lugar, porém, têm que ser considerados". - 1ME, pág. 57.

---------------------------------------------------

Resumo do que aprendemos acima:

1 - Foi dado um testemunho sobre comprimento do vestido: 9 polegadas ou 23 cm acima do chão, porque os vestidos da moda eram compridos demais. Chegavam ao chão.
2 - Foi recomendação e não estabelecimento de princípio. Não foi dado como prova de comunhão.
3 - O assunto criou confusão na Igreja.
4 - Ellen White deixou de falar na "reforma do vestido".
5 - O "vestido da reforma" caiu de foco. Ellen White deixou de usá-lo.
6 - Interrogada sobre o porquê de seu silêncio, respondeu que o Senhor não indicou que era dever de nossas irmãs voltarem à reforma nesse sentido. O que foi dado como bênção tornou-se em maldição. Foi removido o encargo de defender a reforma do vestuário.
7 - O mundo lançou uma moda mais sensata de vestir com modelos simples e singelos que não envolviam "esses aspectos objetáveis". O Senhor não seria desonrado se as nossas irmãs os aceitassem.
8 - Ellen White escreveu que a questão do vestuário não tinha de ser nossa verdade presente.
9 - Recomendou que não entrassem em discussões "sobre o traje exterior."

Meditemos nos testemunhos que citamos a seguir:

Evitar o fanatismo

"Há uma consciência que tudo leva a extremos, tornando os deveres cristãos tão molestos como os judeus tornavam a observância do Sábado.... Um só fanático, de espírito forte e idéias radicais, que oprima a consciência dos que querem proceder direito, fará grande dano. A igreja precisa ser purificada de todas essas influências." - 2ME, pág. 319.

"Alguns tinham introduzido falsos testes e feito de suas próprias idéias e noções o critério, exagerando questões de pouca importância e tornando-as o teste da comunhão cristã, e atando sobre outros fardos pesados. Assim se insinuara um espírito de crítica, censura e dissensão, o que se tornou grande dano para a igreja. E foi dada aos descrentes a impressão de que os adventistas, observadores do sábado, eram um grupo de fanáticos e extremistas, e que sua fé singular se tornava descortês e mesmo de caráter não cristão. Assim, o procedimento de uns poucos extremistas impediu que a influência da verdade alcançasse o povo. 2ME, pág. 318, 319.

"À medida que o fim se aproxima, o inimigo há de trabalhar com todas as suas forças para introduzir entre nós o fanatismo. Ele se regozijaria em ver adventistas do sétimo dia indo a tais extremos que fossem considerados pelo mundo como um bando de fanáticos. Contra esse perigo é-me ordenado advertir ministros e membros leigos. Nossa obra é ensinar homens e mulheres a edificar sobre uma base verdadeira, e firmar os pés num CLARO 'assim diz o Senhor'.

"Os que seguem o exemplo de Cristo não serão extremistas..." - Obreiros Evangélicos, pág. 316 (Destaques acrescentados).

Não é fácil traçar uma linha entre o zelo e o fanatismo. Cada pessoa deve, com ardor e com oração, buscar o "zelo com entendimento", cuidando para não se tornar fanática. "Não sejas demasiadamente justo, nem exageradamente sábio, porque te destruirias a ti mesmo". (Ecl. 7:16).

Um equívoco sobre adoção do
"vestido da reforma" como “norma” 

Uma senhora de outra reforma, certa vez, mostrou-nos no livro “Crede em Seus Profetas”, pág. 204, uma citação de "The Health Reformer" de março de 1868 (O Reformador da Saúde), onde diz:

"A meu pedido, os médicos do Instituto citaram uma porção de doentes internadas.... Medi a altura de doze delas com a distância de seus vestidos até o chão.... A distância dos vestidos era de 8 a 10,5 polegadas. A média, nove polegadas, foi resolvido que fosse a distância justa E ESTÁ ADOTADA COMO NORMA". (Destaques acrescentados)

“Crede em Seus Profetas” diz que "alguém escreveu". Mandamos buscar do White Estate cópia do documento que é citado: "The Health Reformer" (O Reformador da Saúde). O autor do artigo é J.H.Waggoner, pai de Ellet Waggoner. O comprimento do vestido foi adotado como norma NO INSTITUTO DE REFORMA DA SAÚDE (HEALTH REFORM INSTITUTE), E NÃO PELA SRA. WHITE OU PELA IGREJA ADVENTISTA.

Reflexão sobre o problema do vestuário

Ponderemos agora, irmãos reformistas: Se o "vestido da reforma", assim chamado nos escritos de Ellen White, não foi imposto à igreja no século atrasado quando sugerido, por que impô-lo hoje, quando o seu uso (quando a moda não é vestido comprido) serve de escândalo? Como se vê pelos testemunhos citados, a sugestão para o nosso tempo, quanto ao comprimento, seria certamente diferente. Lembremo-nos do fator "época" e usem as nossas irmãs o que "não envolver aspectos objetáveis".

Quanto a todos os outros inconvenientes da roupa moderna, os nossos irmãos devem ser seriamente orientados. Quanto saibamos, naqueles tempos não eram comuns as modas indecentes da atualidade, como, por exemplo, as mini-saias, roupas transparentes, sem mangas, muito decotadas, etc.. Se as houvesse, Ellen White certamente as condenaria energicamente. A Igreja não pode acompanhar o mundo na indecência da moda. A decência é para todas as épocas. Em Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 600, está escrito:

“A moda está deteriorando o intelecto e carcomendo a espiritualidade de nosso povo. A obediência à moda está penetrando nossas igrejas adventistas do sétimo dia, e fazendo mais que qualquer outro poder para separar nosso povo de Deus. Foi-me mostrado que as regras de nossa igreja são muito deficientes. Todas as manifestações de orgulho no vestuário, proibidas na Palavra de Deus, devem ser motivo suficiente para disciplina na igreja. Caso haja continuação em face de advertências, apelos e ameaças, perseverando a pessoa em seguir sua vontade perversa, isto poderá ser considerado como prova de que o coração não foi absolutamente levado à semelhança com Cristo. O eu, e unicamente o eu, é objeto de adoração, e um professo cristão assim induzirá muitos a se afastarem de Deus. . (Ler o capítulo "A simplicidade no Vestuário" em Testemunho Seleto, págs. 592 a 600).

Fonte: Retirado do livro OS ADVENTISTAS E O REFORMISMO DE 1914 de Antônio Ramos Dourado

Fotos de Ellen White jovem e já de idade junto com seus filhos e netos. Lembrando que não há nenhuma foto de EGW com o vestido da reforma, provando que nem ela usava o vestido que a igreja da reforma professa obedecer e exigir dos membros.











19 comentários :

  1. Não vi nenhuma foto de Ellem White de calças ou mini -saias ?????

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Claro que não! Naquele tempo não era moda usar mini saia ou calça! A moda era usar vestido com saia balão e arrastando no chão. Além de que sua pergunta foge do tema, que é o fato da própria Ellen não usar o vestido que a reforma impõe aos seus membros, significando que isso não é tão importante como a reforma prega. Mas claro que não é por isso que agora as mulheres podem usar roupa indecente como a mini-saia, mas a igreja também não pode cortar um membro por isso, já que a própria Ellen White disse que o vestuário não dever ser prova de comunhão. Espero que entenda o estudo e não venha tentar distorcer as coisas.

      Excluir
    2. Mto obvio isto. Na epoca de Ellen White as roupas curtas eram objetaveis, recusadas... as roupas longas arrastando no chao era o padrao. Ellen White propos reduzir o tamanho e por isto foi rejeitada sua proposta. Em contrapartida Satanas levantou seus servos para implantar roupas ainda mais curtas q defendiam o feminismo, era uma bandeira levantada pelo esporitismo e isto trouxe confusao. Resultado: a reforma de saude aplicada ao vestuario foi rejeitada.

      Excluir
  2. nao devemos esquecer de que onde ela Morava e muitoo frio .. oito meses de frio..
    e quanto a moda, nos mulheres nao devemos ser uma pedra de tropeco para os irmaos mais fracos.
    pela nosso modo de vestir vamos levar muitos homens a pecar.. Melhor lhe for a q se lhe pendurasse ao pescoco uma pedra de moinho e fosse lancada ao mar, do que fazer tropecar um destes pequeninos ... hoje as mulheres nao tem respeito por elas mesmas .. como diz a pena inspirada O vestuario e o nosso deus... have mercy Lord!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O que tem haver o onde ela morava ser frio? Nos seus textos não dizem que o vestido da visão só servia para quem morasse em países tropicais como o Brasil. Você está mais perdida do que cachorro quando cai da mudança! Kkkkk...

      Excluir
    2. Os escritos sobre reforma do vestuário e claro e diz nos testemunhos q muitas mulheres vão se perder por causa de suas vestes.
      Creio eu que vale a pena se vestir na norma como Deus pede imagina sabermos o que devemos Faser e não Faser por capricho.
      Aí e fogo minha amiga devemow renunciar a nossa vontade isso fisetao todos os que querem ir ao ceu.

      Excluir
    3. Onde está escrito que as mulheres vão se perder por causa de suas vestes? Me mostre os textos para gente poder ver o contexto se é assim como você falou!

      Excluir
    4. Vendo os comentários percebi que os pontos sobre as vestes especialmente feminino estão somente nos escritos de E.G.E.
      A BÍBLIA não dá esses ajustes que a IASD-MR pede em suas NORMAS.

      Excluir
  3. Complicado assunto... diz o ditado que se conselho fosse bom seria vendido... e por incrivel que parece alguns sao vendidos mesmo e tem alguns que compram - IASDMR - Por que a Sra White escreveu sobre comprimento de vestimenta das mulheres, qual a FINALIDADE mesmo

    ResponderExcluir
  4. Pior é na igreja que frequento, pois nós muitas vezes temos que olhar para cima ou para baixo durante os cultos quando estamos fazendo a lição da escola sabatina, quando fazemos parte da plataforma, ou quando estamos fazendo qualquer outra coisa a frente durante os cultos. E quando falamos ainda se aborrecem. Irmã Joanna, a senhora não tá perdida não, tá certíssima.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A questão de algumas mulheres na igreja adventistas usarem mini-saia não é discutida aqui nesse estudo. O estudo é sobre ser o vestuário questão de corte na igreja ou mesmo ingresso. As irmãs que usam mini saia ou mesmo saia no joelho estão com graves problemas espirituais e deve ser tratado, mas agora usar os textos de Ellen White para tirar ou aceitar pessoas na igreja por causa de não usar o vestido a 9 polegadas do chão não é correto e nem bíblico. A igreja precisa lidar com a moda e decência, não quero desmerecer isso com o estudo. O problema aqui abordado é outro. Espero que entenda!

      Excluir
    2. Se VC com sua vestimenta faz um irmão pecar VC e culpada irmã então por isso temos como base a reforma da.vestimenta

      Excluir
    3. De qualquer forma Cristo vem e que VC não regente a luz te q e dada pelo escritos da irmã white

      Excluir
    4. Onde está escrito que se uma mulher veste roupa indecente e o homem pecar ela vai perder o céu???

      Excluir
  5. É claro que é discutida o fato de se usar mini saias na asd..

    Está totalmente dentro do assunto..
    Mas a Silvana Abreu já percebi outras vezes ...sempre foge do assunto quando tocam nas feridas asd...
    Por aí está se vendo quem está mais perdida do que cachorro quando cai da mudança...

    ....com relação as 9 polegadas falarei qd tiver mais tempo...
    Porém já deixo a pergunta...
    DEUS DEU 3 VISÕES DE VESTUÁRIO PRA HELEN WHITE para que se escolher qual das 3 vestir?
    Ou deixa ali bem claro qual seria a melhor????

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vou deixar Ellen White te responder. Se tiver em casa leia o livro Testemunhos para a Igreja, volume 4, capítulo 62: "Simplicidade no Vestuário", mas leia tudo para entender que a visão não foi dada para que a igreja adventista fizesse desse assunto ponto de comunhão da igreja. Espero que de uma vez por todas os reformistas entendam que a igreja Adventista NUNCA fez desse tema ponto de comunhão ou seja, nunca foi exigido de seus membros usar saias a 9 polegadas acima do chão, isso é invenção reformista, posterior a morte de Ellen White.

      E vou deixar aqui um trecho do livro que citei onde Ellen White fala a pessoas como você sobre o sonho dela e o que ela pensava sobre o tema: "Isso não foi tudo. Algumas que adotaram a reforma não estavam contentes em mostrar pelo exemplo as vantagens do vestuário, dando, quando indagadas, suas razões por adotá-lo, e deixando que a questão aí parasse. Buscavam controlar a consciência de outros por sua própria. Se o adotavam, outros deveriam adotá-lo. Esqueceram-se de que ninguém era obrigado a usar o vestido da reforma." {T4 636.1}

      Excluir
    2. Quanto ao assunto da mini saia, não é que eu fujo do assunto, mas ele é irrelevante para minha salvação ou mesmo para o meu blog. Primeiro que eu não uso mini-saia, nem minha filha e muito menos gosto da saia no joelho. Não tenho nenhuma saia curta, todas são longas, mas nunca medi nenhuma para ver se estavam a 9 polegadas acima do joelho como fazem alguns pastores da reforma para ver se podem batizar uma mulher. Eu mesma já passei essa vergonha de aceitar um pastor se meter com minhas saias e olha que não era porque estavam curtas, mas porque estavam mais compridas que o sonho de EGW. E por fim não discuto aqui sobre mini-saia porque Ellen White já disse a mais de 100 anos que o vestido reformado era para ser visto pelos outros membros e assim dar exemplo para outras seguirem. Hoje graças a Deus nas igrejas que frequento são uma minoria de mulheres e normalmente são jovens que usam essas mini-saias e normalmente eles não tem cargos e nem podem cantar na frente da igreja. Normalmente essas mulheres que usam essas saias tem um pé mais no mundo do que na igreja e vão por costume, mas como Ellen White disse e como Cristo quer que sejamos exemplo, pois no dia do juízo elas não terão como dizer que foram orientadas e avisadas. E nunca se esqueça que a salvação é individual e nem sempre a igreja está autorizada a excluir o faltoso e pecador. O que a reforma não entende é isso. Como Deus pode deixar uma mulher se vestir como quer? Para uma sociedade machista e controladora esse discurso é duro demais, por isso saem e formam outra igreja que vá de encontro com suas opiniões e não com um ASSIM DIZ O SENHOR.

      Excluir
  6. Realmente não é para se medir as polegadas mesmo não, porque uma pessoa baixinha a saia vai ficar no joelho, então foi estabelecido de usar a saia tampando as panturrilhas, aí tanto as altas como as baixas estarão no mesmo patamar.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pois nos textos de Ellen White diz que as saias que ela viu tinha mais ou menos 9 polegadas acima do chão e agora vem os reformistas e inventam outra norma? Nos documentos que tenho da reforma diz que é 9 polegadas acima do chão. De onde tirou essa de tampar a panturrilha? Onde está escrito isso?

      Excluir

Ao fazer seu comentário lembre-se de falar sobre o tema da postagem e não coloque endereços de outros sites e blogs. Não publico comentários que não estejam de acordo com as regras.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...