quarta-feira, 16 de novembro de 2011

BOLETIM N° 02 DA CONFERÊNCIA GERAL



Zeist (Holanda, 29 de maio de 1951

Queridos irmãos em todas as partes do mundo: A paz de Deus e Sua graça seja com todos vós! Salmos 125.

Nós estamos convictos que vós esperais mais informações da Conferência Geral, sobre o desenvolvimento da obra. Com vossos delegados das concernentes Uniões, temos trazido em 20 de maio de 1951, uma declaração, na qual concretamos os motivos a esta crise. Estas dificuldades poderiam ter sido evitadas, se os irmãos dirigentes responsáveis da atual situação houvessem reconhecido sua culpa. Constrange-nos ter que dizer que os irmãos Kozel, Müller e Ringelberg, estavam decididos a defender os casos de seus amigos: Os irmãos Kissener e Korpmann. Pois, o ir. Kissener é culpado da transgressão do sétimo mandamento, enquanto que o irmão Korpmann o é em sua má aparência, por dar este último um mau espetáculo público, pelo qual, a obra e os demais obreiros do Movimento de Reforma, foram levados à vergonha e dificuldade. Como já no Boletin # 1 foi informado referente à triste luta e à resistência durante 15 dias, não pudemos lhe dar o visto de bom ao trabalho, e terminamos com a seguinte declaração assinada por nós. 



DEClARAÇÃO

Zeist, 20 de maio de 1951
2 Crôn. 15:2 e Jer.6:16.

Aos delegados da Conferência Geral. Ano 1951.

Queridos irmãos;

Constrangidos e com dor em nossos corações trazemos nosso convencimento e decisão, referente à administração deste movimento no passado e na atual sessão da direção da Conf. Geral, em exteriorização.

Cremos que estaríamos contra Deus e os crentes de cuja confiança somos responsáveis, se não tomássemos uma decidida posição com respeito ao razoável e pureza da condução de nossa comunidade.

Vemo-nos obrigados a dar esta declaração na qual estão expressadas as razões de nossa posição. Estamos convictos das vindouras conseqüências, porém não duvidamos que os crentes sinceros apoiarão nossos sacrifícios para assim conseguir a perfeição de nossa fé, a qual foi confiada uma vez aos santos, para restabelecê-la novamente. Não sentimos amarguras e perdoamos no espírito de Cristo, a todos os que são responsáveis da atual situação. Nós não podemos sacrificar os princípios nem a concepção que forma e protegeu nosso movimento, como assim também nossa convicção em troca da paz. Nossa posição será justificada mediante o seguinte testemunho: "O próprio Jesus não comprou nunca a paz mediante transigências. O coração transbordava-Lhe de amor por toda a raça humana, mas nunca era condescendente para com seus pecados. Era muito amigo deles para permanecer em silêncio, enquanto prosseguiam numa direção que seria a ruína de sua alma - a alma que Ele comprara com Seu próprio sangue. Trabalhava para que o homem fosse leal para consigo mesmo, leal para com seus mais altos e eternos interesses. Os servos de Cristo são chamados a realizar a mesma obra, e devem estar apercebidos para que, buscando evitar desarmonia, não transijam contra a verdade. Devem seguir 'as coisas que servem para a paz'; mas a verdadeira paz jamais será obtida com transigência de princípios. E ninguém pode ser fiel aos princípios sem excitar oposição. Um cristianismo espiritual sofrerá oposição da parte dos filhos da desobediência. Mas Jesus recomendou aos discípulos: 'Não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma.' Os que são fiéis a Deus não têm a temer o poder dos homens nem a inimizade de Satanás. Em Cristo lhes está garantida a vida eterna. Seu único temor deve ser atraiçoar a verdade, traindo assim a confiança com que Deus os honrou." DTN. 339.

Para estas aclarações citam-se os seguintes fundamentos:

1) Na designação de posto do ir. Kissener, (em adultério) cuja eleição na Comissão da Conf. Geral, foi devido à influência dos irmãos Kozel e Müller. Eles conheciam o caso e sua incompetência para tal posto, não obstante deixaram aos demais membros da comissão de nomeação sem conhecimento de tal caso.

2) Ao recordar-se-lhes o caso antes dito ao ir. Kozel e ao conselho, a efeitos de ser mudado, deixou ao mesmo em seu posto, juntando-se com isto vergonha para a comissão da Conf. Geral.

3) Ao insistente pedido à Comissão da Conf. Geral, para conseguir uma solução às dificuldades existentes mediante uma reunião geral, foi negado. As dificuldades aumentaram. Dizia-se que a sessão da comissão teria lugar antes da Conf. do Campo Holandês.

4) No plano de chamado dos delegados para a Conf. Geral, existiram anormalidades estando dividida a Comissão da Conf. Geral, por tal proceder do Presidente (ir. Kozel).

5) Antes de começar a Conf. Geral, em Zeist, Holanda, não se celebrou a reunião da Comissão da Conf. Geral, que devia sessionar desde 29 de abril até 5 de maio; nem tampouco se concretizou acordo de ordem para celebrar a Conf. Geral. Unicamente foi preparado um programa formal.

6) Desde o princípio da Conf. Geral, em sessão de 6 de maio de 1951, perduraram as anormalidades, até que o trabalho dos delegados se tornou impossível. Uma prolongada defesa daqueles que não tinham razão de ficar em alto posto da Conf. Geral, foi levada continuamente pelos irmãos Kozel e Müller. Um debate de 5 dias foi sustentado até que o ir. Kissner induzido pelas circunstâncias, renunciou a seus cargos, como membro da sessão da Conf. Geral, como delegado, como pregador e diretor da escola.

7) A eleição do delegado da União da Europa do Leste, para o qual foi trazida uma irmã como delegada, enquanto 4 obreiros consagrados foram deixados, demonstrou tais inclinações partidárias do Presidente da União, ir. Müller. Foram trazidos os irmãos Eggarter e Hohenreiner, permitindo-se-lhes tomar parte no debate, porém sem ter direito a voto. Na representação argentina havia três membros de uma família; a família do ir. Kozel. Introduziu-se no mesmo, assuntos pessoais que não tiveram relação alguma com tais informes. Dispuseram-se 4 dias para tais debates e informes..

8) A organização da sessão se prolongou muito por causa dos informes das distintas uniões. O duodécimo dia da Conf. ainda se realizou com tais atividades. Depois disto, o dirigente em atuação, em vez de proceder depois da exposição dos fatos contra os dirigentes das sessões, trouxe à luz mais material referente à situação do irmão Korpmann, em forma pública, por ser ele mesmo da União Norte-americana. Apesar disto, o caso do irmão Korpmann foi apoiado pelos irmãos Kozel e Müller, culpando da expansão do mesmo aos delegados, sem proceder a livrar-se de seus cargos para deixá-los nas mãos dos delegados, para assim prosseguir com uma nova eleição. O caso do ir. Korpmann foi tratado em três longas sessões sem ainda terminá-lo.

9) Em vez de realizar e cuidar a moral de nosso movimento os irmãos Kozel e Müller defenderam aqueles cuja vida não concordava com nossos princípios. Eles se opuseram sem reconhecer sua culpa, em forma caprichosa às declarações mais evidentes de culpa. Os irmãos podem aconselhar e controlar a sessão.

10) No relatório financeiro do ir. Kozel, estabeleceu-se claramente que ele comprou grandes quantidades de campo a seu nome.

11) Dos fundamentos acima nomeados se desprende que o motivo da situação crítica que reinava durante a sessão da Conf. Geral, é devida à falta de capacidade, saber e parcialidade, daqueles que estavam à frene das reuniões.

Quinze dias foram perdidos, dinheiro se gastou, sem que se registrasse êxito algum para a Conf. Geral. 


Com isto cremos que não podemos prosseguir com mais debates e anormalidades. Portanto retiramos nossa confiança ao Presidente, ir. Kozel; ao Vice-Presidente, ir. Müller, e ao atual encarregado, ir. Ringelberg. Não os reconhecemos mais como autoridades até que se examinem bem seus assuntos.

13) Na atual situação, não encontramos nenhum caminho para trabalhar em conjunto com os anteriormente nomeados irmãos apoderados da Conf. Geral se queremos manter verdadeiras e elevadas condições morais.

14) Nós cremos que o anterior tesoureiro, ir. Kozel, deve entregar todos os dinheiros e valores (dinheiro efetivo, depósitos bancários e propriedades compradas em nome dele e do Movimento), àquela pessoa que por maioria na Conf. Geral, for declarada como tesoureira.
(Por aqueles delegados que apoiam estas declarações).

16) O ir. Kozel à partir de hoje, 20 de maio não está mais autorizado a recoletar dinheiro em qualquer parte, já que este somente pertence ao próprio Movimento de Reforma.

17) Esta declaração se fez sob a direção e autoridade das seguintes Uniões e da maioria dos membros do mundo:

União Rumena 4.500 membros
União Australiana 104 
membros 
União Brasileira 823 
membros 
União Búlgara 450 
membros 
União Checa 80 
membros 
União Alemã 984 
membros 
União USA 97 
membros 
União Argentina 265 
membros 
União Yuguslava 900 
membros 
União Húngara 350 
membros 
União Austríaca 160 
membros 
União Sudamericana Norte 581 
membros 

Temos um total de 9.294 membros.

18) Estas Uniões e seus membros nos apoiaram no esforço de restabelecer a ordem da Conferência Geral, criando assim um instrumento adequado para organizar e manter o Movimento de Reforma, enquadrado dentro da Lei, dos Testemunhos e dos princípios originais; os quais são as diretivas de nossa fé.

19) Chamamos a todos os delegados que não estão compenetrados com estas declarações, a trabalhar em conjunto conosco, a fim de restabelecer o amor entre todas as nações, línguas e povos, para finalizar assim a obra de Deus. 

Continuam as assinaturas dos que subscrevem esta declaração: 
C.T. Stewart, E. Laicovschi, A. Braga, Andrés Cecan, Vicente Cimera, Demétrio Nicolici, Desidério Devay, Silverius Eggarter, Gustavo Fronz, Santiago Hatmann, Bruno Hohenreiner e André Lavrik.

Foi solicitado que se nos desse oportunidade de ler em 20 de maio de 1951, estas declarações aos delegados, o que novamente foi negado.

Em 21 de maio enviamos um delegado a fim de obter a licença para ler estas declarações, o que novamente foi negado. Depois disto se entregou ao dirigente o qual tomou conhecimento da mesma, somente depois de se haver retirado nosso delegado; como resposta recebemos a seguinte carta:


As cartas estão na próxima postagem que tem por título "As Cartas"

Pode alguém se imaginar que os delegados que tem protestado contra a injustiça, pecados manifestos e má administração, serem considerados como rebeldes? Os verdadeiros rebeldes, são aqueles que simpatizaram e defenderam aos culpáveis, que tem sujado a obra de Deus. (Test. Sel. vol. 3, 328 espanhol). "Sempre houve tais, que tenham simpatizado com aqueles que tem obrado mal. Satanás encontrou tais no céu que simpatizaram com ele, e a conseqüência foi que trouxe uma multidão de anjos consigo. Deus, Cristo e os anjos leais estavam a um lado, e Satanás e os seus a outro lado." 

Para dar uma demonstração a nossos irmãos e irmãs, e ter uma clara idéia com respeito a estes delegados inadequados - os que foram nomeados - damo-vos uma exata descrição de tais pessoas. No Boletim n° 5, de 1950, foi demonstrado como os delegados teriam que ser escolhidos para tão importante obra da Conferência Geral, em completa harmonia com os ensinos divinos, porém a tal ensino não foi prestado atenção. Os delegados se puseram do lado dos irmãos Kozel, Müller e Ringelberg, favorecendo-os. Deveríamos tomar em consideração com respeito à alteza de Deus no sentido da palavra. A autoridade da Conferência Geral aumenta e se constitui mediante as conferências locais. Ela obtém de Deus, mediante as legais representações dos delegados escolhidos, sua autoridade, como por exemplo sucede com o 5° mandamento no qual se instrui a direção e autoridade da família. Essa autoridade não é tal fora da família, e carece de toda eficácia. Uma igreja é responsável dentro de sua jurisdição, porém somente por seus próprios membros. Da mesma maneira tem autoridade da Conf. Geral sobre cada União do mundo. Quando uma parte dos membros da membresia e o direito que de qualquer maneira são representados no começo da Conf. Geral e são excluídos perde a Conf. Geral automaticamente sua autoridade com relação a parte que não é reconhecida e representada. A autoridade sempre é formada pela maioria dos representantes, os quais representam a maioria dos membros, e unicamente assim pode ser reconhecida a autoridade da Conf. Geral. Unicamente referente à inclinação dos delegados, pode-se dizer que uma parte dos delegados que dos irmãos Kozel, Müller e Ringelberg, que foram nomeados, os quais apoiaram os casos dos irmãos Kissener e

Korpmann, contra os princípios de nossa constituição. Nós cremos que na questão sobre os princípios - Lei e testemunho - a maioria tem autoridade. Desejamos tornar-vos claro isto, antes de continuar com mais provas, que os irmãos acima mencionados, nunca representaram a maioria dos delegados.


Segue uma lista dos delegados ilegais

1. A irmã Luscher, não têm nenhum direito de ser delegada segundo manda a lei. Em seguida, ao princípio foi rejeitada pela maioria como delegada. No dia seguinte se originou uma grande contrariedade por parte dos irmãos Müller, Kozel e Ringelberg, e, por meio de distintos métodos conseguiram colocá-la na representação.

2. O ir. Gutknecht, assinou o documento de destituição, e a junta de delelgados não.

3. O ir. Tsotetsi, delegado africano, não foi reconhecido por nós por não ter estado presente os 15 dias anteriores. Em 20 de maio de 1951, foi a primeira vez que ele se fez presente na reunião depois de sua chegada. Ele não tinha conhecimento dos assuntos que foram discutidos. Tampouco tinha direito de pertencer à junta.

4. A irmã Rosa Kozel, inapta, porque não foi escolhida no lugar apropriado da Conferência da União, da qual ela é membro. Dessa atuação não acostumada não há nenhum direito para três membros de uma família ser membros de uma representação da Conf. Geral e, especialmente, quando se trata do assunto da posição do ir. Kozel.

Os que pertenciam à representação em geral, contavam eles 24, sem aqueles que nós representamos com documentos oficiais dos países balcânicos, com a adição dos assim nomeados sem direito de voto com os verdadeiros delegados, aos quais foi permitido tomar parte nas discussões da Conf. Geral, estes irmãos originaram os maiores desgostos e fizeram demorar os trabalhos da Conf. Geral.

Se queremos alongar o número: A irmã Luschen, não reconhecida; a irmã Rosa de Kozel, não tinha nenhum direito legal. Assim unicamente ficaram 11 votos para assinar a exclusão. Todo esse proceder não suportará uma prova. Aqueles cuja consciência lhes obriga a estar da parte dos princípios da mensagem e da perfeição das coisas de Deus tem assinado a declaração para defender sua fé, são 11 em número, e oficialmente reconhecidos com cartas de fé e poder geral pelas Uniões, as quais eles representam.

Queremos representar agora, a autoridade legal daqueles que assinaram a declaração. A União Brasileira está autorizada para quatro delegados. A União Leste da Europa, para um delegado. A União Australiana, para um delegado. A União Alemã, para dois delegados. A União USA., para um delegado. E a União Sul Americana, para dois delegados. Assim são em total onze delegados.

No fundamento do registro da Conf. Geral dos Adventistas do Sétimo Dia - Movimento de Reforma, de 08 de abril de 1949, em Sacramento, Califórnia, USA. os estatutos e constituição art. 3°, parágrafo 2°, reconhecido e assinado pelo Presidente, Secretário, como também pelo inspetor de inscrição, diz ali: "Se pelo menos três quintas (3/5) partes dos delegados estão presentes, são suas resoluções válidas, e serão reconhecidas por todas as Conferências aderentes e as igrejas em todo o mundo."Para os delegados que não podem estar presentes pelas circunstâncias de fronteiras fechadas ou outras causas, foi feita uma previsão, para que essas almas daqueles países dificultosos possam ser representadas. Essa determinação diz o seguinte: "Delegados que na Conf. Geral, não podem estar presentes, são autorizados a confiar seu voto a um delegado que está presente, para assim representá-los."(Art. 3°, parágrafo 2°) Isto foi reconhecido e assinado pelo ir . Kozel, antigo presidente. Os estatutos e a constituição foi traduzida para o ir. Kozel, palavra por palavra, e lida a inscrição diante de todos os inspetores e assinada por todos eles. Também foi aclarado ao ir. Kozel este ponto, e ele estava de acordo com esta determinação.

A União Yugoslava, autorizou ao ir. Nicolici, em 5 de fevereiro de 1951 de representar sua União com 900 membros.

A União Búlgara, autorizou ao ir. Nicolici, em 25 de fevereiro de 1951, por carta, por seus 450 membros. Esta União tem direito a enviar 2 delegados.

A União Rumena, com 4.500 membros; nomeou ao ir. Nicolici, para representá-los, em carta de janeiro de 1951.

O Campo Húngaro, tem em total 350 membros, e tem direito de enviar dois delegados; autorizou ao ir. Nicolici para que os representasse diante da Conf. Geral, em carta de 17 de julho de 1950.

Os campos Polaco e Checoeslovaco, estiveram de acordo que o ir. Nicolici os representasse na Conf. geral. O Campo Polaco, apresentou suas queixas de que o ir. Müller desejava escolher um amigo especial dele, e os crentes Polacos estavam contrários a tal proceder. O número total de membros que foram representados por recomendações é:

1. União Yuguslava 900 membros - 4 delegados
2. União Búlgara 450 membros - 2 delegados
3. União Rumena 4.500 membros - 18 delegados
4. Campo Húngaro 350 membros - 2 delegados
5. Campo Checoeslovaco 80 membros - 1 delegado
6. Campo Polaco 117 membros - 1 delegado
Palestina 1 membro - .

Total 
6.398 membros - 28 delegados

A representação acima mencionada foi confiada ao irmão que tem experiência nesses campos e conhece suas condições, pois ele trabalhou com eles mais de 20 anos.

Os delegados representam o seguinte número de membros:

1. União Holandesa                                              322 membros - 2 delegados
2. União Alemã                                                     984 membros - 4 delegados
3. União Escandinava                                          262 membros - 2 delegados
4. União Africana                                                 523 membros - 2 delegados
5. União Sul Americana                                      852 membros  -5 delegados
6. União USA. 97 membros                                                         - 1 delegado
7. União Australiana 104 membros                                            - 1 delegado
8. União Norte da Europa                                   369 membros - 2 delegados
9. Campo Espanhol                                                 29 membros - 1 delegado
10.União Brasileira                                               823 membros - 4 delegados

                                                                    _____________________________
                                                                               4.365 membros - 24 delegados



Membros Ausentes: 6.398 Não representados
Membros presentes 4.365 Representados por 24 delegados.

Disto vemos que o número dos membros representados na Conf. Geral os de 2033 menos que o número dos membros não representados. Aqui vemos uma quantidade de membros ausentes, (6.398) não representados. Restando temos o resultado de 2033 membros que se mencionam acima.

Segundo nossos princípios constitucionais, tem uma Conferência, somente autoridade, quando é representada pelas três quintas (3/ 5) partes de seus membros. Sem o reconhecimento das cartas de recomendação de 6.398 membros, os quais enviaram como delegado ao ir. Nicolici, não tem segundo isso a Conferência Geral nenhuma autoridade. Ainda que o irmão Kozel na condição na qual se assegurou, que se os membros ausentes tem por qualquer circunstâncias, a possibilidade de escolher a um irmão que lhe seja possivel visitar a Conferência Geral. Queria ele hoje, não reconhecer isto.

A presente Conferência Geral não têm autoridade, nem diante dos homens.

Um dado claro sobre a inclinação nas seguintes pessoas dos delegados representantes que apoiaram o irmão Kozel, Müller e Ringelberg.

Queremos andar à luz dos testemunhos volume 9, pág. 262: "Deus quer que seu povo seja ordenado e sábio, Ele ordenou as coisas de tal maneira que homens escolhidos unicamente devem ir como delegados a nossas Conferências. Estes devem ser homens examinados e provados. Devem ser homens dignos de confiança. O escolher aos delegados que devem assistir a nossas conferências é um assunto muito importante. Estes homens devem fazer planos, os quais devem ser obedecidos para o bom progresso da obra e por tal motivo, devem ser estes, homens entendidos e destros em compreender adequadamente a causa com o efeito." Os irmãos Kozel, Müller, Ringelberg e Stark, são as pessoas que tem conhecimento deste testemunho. O resto dos delegados que lhes apoiam, não correspondem ao testemunho acima mencionado, nem à Bíblia, e não tem as faculdades necessárias para dar seus votos no Conselho da Conf. Geral e decidir sobre os negócios e a sorte da mesma.

O ir. Müller e a irmã Luscher são da Suíça, com um número de 65 membros. Enquanto que Áustria tem a maior parte de irmãos desta União, porém não se quiz que enviassem seus delegados. Nosso protesto foi reconhecido pela Conf. Geral, e o irmão Hohenreiner foi nomeado delegado.

O ir. Angel, tem muito poucas experiências quanto à administração da Conf. Geral, a irmã Rosa de Kozel, tampouco tem experiência na União. Foram três membros da família Kozel, que em cada assunto tinham direito a um voto. Coisas assim nunca foram vistas na Conf. Geral. Nós estamos convictos, que nesta União há muitos membros que teriam podido substituir a estes delegados ilegais.

O ir. Luft, é um bom irmão, porém tem pouca experiência no Campo de Missão e na organização do trabalho de uma Missão. Também tem poucos conhecimentos em alguns pontos da doutrina. No começo da Conferência ele se desculpou, de ter apoiado falsas doutrinas. Ele se deixa sugestionar por outros. O ir. Luft, apoiava aqueles, os quais lutavam para que o irmão Kissener e Korpmann ficassem em seus altos cargos, porém mais tarde reconheceu que esteve enganado ao apoiar ao irmão Kissener.

Contra o irmão Tsotesti da África, não há nada que acrescentar, porém ele é sem experiência na direção das atuações da Conferência.

O irmão Buys, nunca foi ativo como pastor, e não tem experiência na organização da obra, para poder fazer planos para o progresso da mesma.

O irmão Gutknecht, consideramos como um irmão sincero, porém ele não pode ajudar muito nos trabalhos da Conf. Geral. Contra os irmãos que desejavam dominar a reunião, não pode defender; algumas vezes estava indeciso e neutral.

O irmão Mandemaker apoiava alguns amigos em particular.
Estes delegados que foram 14, pretendiam apropriar-se do poder de organizar entre eles mesmo o Movimento. Na realidade, dos 14 delegados que apoiaram aos ir. Kozel, Müller e Ringelberg, ficaram unicamente 11 que poderiam atuar. Destes delegados, se se examinassem à base de nossos princípios e testemunhos, resultariam mais da metade inaptos. Nossa constituição aprovou que três quintas partes dos delegados pelo menos, tem autoridade. Isto significa que de 52 de todos os delegados do mundo, 31 deveriam estar presentes ou representados. Na realidade, estiveram em 20 de maio de 1951, vinte e quatro (24) delegados.

Se nós, com vinte e quatro delegados, teríamos que representar à obra por completo, então, deveríamos decidir que quinze foram reconhecidos, e tiveram o direito de sessionar legalmente, e cujas decisões podem ser aceitas.

O irmão Kozel, Müller e Ringelberg, e os demais que os apoiam ou que os reconhecem como representantes adequados de sua União, representam o seguinte número:

União Holandesa                                                  322 membros - 2 delegados
União Escandinava                                               262 membros - 2 delegados
União Africana                                                      523 membros - 2 delegados
União Leste da Europa                                           65 membros - 1 delegado
Campo Espanhol                                                      29 membros - 1 delegado
União Alemã                                                          500 membros - 2 delegados
União Sul e Norte da Argentina                          320 membros - 2 delegados
                                                                       ___________________________
                                                                             2.021 membros - 12 delegados

(Isto é somente como um exemplo, porém não realidade)

A seguinte estatística demonstrará quem tem autoridade para dirigir a administração do Movimento de Reforma e suas atuações, e controlar suas propriedades em todo o mundo.

União Brasileira                                                 823 membros - 4 delegados
União Australiana                                             104 membros - 1 delegado
União USA                                                            97 membros - 1 delegado
União Sul Americana                                        160 membros - 1 delegado
União Sul Americana Norte                             372 membros - 2 delegados
União Alemã                                                      484 membros - 2 delegados
União Leste da Europa                                     304 membros - 2 delegdos
                                                                         ______________________
                                                                          2.344 membros - 13 delegados

Membros e delegados ausentes e representados oficialmente por cartas de fé, por um número total como segue:

Ausentes         6.398 membros - 28 delegados
Presentes        2.344 membros - 12 delegados
                         _________________________
                            8.742 membros - 40 delegados

É muito claro, que a única autoridade que pode ser reconhecida, é aquela que tem o apôio no escrito no documento apresentado e, dos estatutos de nossa Constituição. Por meio desta afirmação nós declaramos: Que toda tentativa do ir. Kozel, Müller e Ringelberg, não estão no verdadeiro caminho da ordem, quando por seu capricho querem se apropriar do controle deste Movimento. Eles não têm nenhum direito de intervir nos assuntos da direção e controle da obra em todo o mundo. Direito tem unicamente aqueles que mantém em alto os princípios.

Nós ordenamos que todos os pastores, obreiros, anciãos e encarregados da Igreja, nos distintos campos e departamentos, sejam obedientes à direção legal da Conferência Geral. Nenhum outro, dentro de nossa congregação, tem o direito de ordenar nem intervir nos assuntos da administração, tesouraria, bens e obra da Missão. Avisamos a todos nossos membros não apoiar com dízimos ou ofertas aos irmãos que tem trazido este mal para a obra do Senhor, e caprichosamente querem manter seus erros.

Não presteis atenção a qualquer relato ou falsas apresentações, para que assim a autoridade deste Movimento não seja minada. Nós estamos com boa vontade para ajudar aos irmãos, se se levantar qualquer dificuldade. Qualquer pergunta pode ser dirigida ao

seguinte endereço:

Heat Quaters of the Movement at: Adventistas do Sétimo Dia - Movimento de Reforma, Conferência Geral, Sacramento, Califórnia, USA. 3031, Fronklin Boulevard.

Em representação da Congregação, os seguintes delegados avisaram ao antigo tesoureiro, ir. Kozel, entregar ao tesoureiro de nosso Movimento de Reforma e Junta da Conferência Geral, todos os livros, a correspondência em geral, as coisas financeiras, fundos de reserva e documentos:

A. Lavrik J. Hartmann
A. F.Braga C. Fronz
E. Laicovschi C. T. Stwart
V. Cimera S. Eggarter
D. Nicolici A. Cecan
D. Devay B. Hohenreiner

Fim do Segundo Boletim 

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