quarta-feira, 16 de novembro de 2011

As Cartas da Conferência Geral de 1951



Primeira Carta

Woudschoten, 20 de maio de 1951.

Querido irmão Nicolici:

Os delegados reunidos da Conf. Geral, rogam-lhe entregar o livro protocolar da Conf. Geral, já que o tempo tem avançado e teria que ser lido. Com cordiais desejos de bênção no Senhor teu irmão.

Assinado: A. Ringelberg


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Segunda Carta


Woudschoten, 21 de maio de 1951.

Meu querido irmão Ringelberg:

Em resposta a teu escrito de 20 do corrente mês, informo-te qual é nossa posição. Perguntamos a ti como dirigente e ao conselho de delegados que tem ficado contigo, se estão de acordo que a declaração seja lida diante de ti e dos delegados que ficaram contigo. Nós cremos que na ordem da constituição isto é necessário e pertence aos direitos e delegados. Tu sabes que foi rejeitada nosso movimento e em protesto contra a Senhoria de sessão, abandonamos a reunião. Se por acaso não permitires a leitura da declaração diante dos delegados que ficaram, terás que levar no futuro tal responsabilidade. União não poderia haver, enquanto não se empregarem bem os direitos que a todos nos assistem. Esta questão terá que ser balanceada primeiramente antes de conferenciar referente ao protocolo e aos relatórios. 


Por encargo daqueles que apoiam a declaração, ficamos com saudações cristãs, vossos irmãos.

Assinado: D. Nicolici e C.T. Stewart
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Terceira carta

Woudscheten, 21 de maio de 1951.

Aos irmãos Nicolici e Stewart

Queridos irmãos em Cristo:

Vossa carta dirigida ao dirigente das reuniões: Ir. Ringelberg, assinada pelos ir. Nicolici e Stewart, a qual tendes confeccionado em nome de vossos aderentes em 21 de maio, tem sido lida aos delegados titulares que somam 14 (11 delegados estão do lado de vós). Temos decidido a seguinte declaração: Vós declarais, ter abandonado a reunião por demora em ler publicamente a declaração que temos rejeitado. O tal não é certo. Foi-lhes dito três vezes com insistência, por intermédio dos irmãos Kozel e Ringelberg, que a reunião de delegados estaria pronta para ouvir a declaração assim que a questão do irmão Korpmann estivesse solucionada, a qual na sexta-feira ainda estava em debate. Porém vós não quizestes escutar e tendes abandonado a reunião com vosso particular comportamento. 


Com respeito ao protocolar e outros relatórios, solicitamos ao irmão Nicolici amavelmente, que no-los entregue incondicionalmente, já que os mesmos não têm relação com vosso pedido. Corretamente nos pertencem tais livros. 

Estamos dispostos a escutar a declaração e ainda em relação com o relatório do livro protocolar da Conferência Geral de 1948. Referente ao livro protocolar esperamos uma breve resposta.

Com saudações de irmãos, os delegados titulares da Conf. Geral.

Os seguintes irmãos subscreveram esta carta: 
Angel Craviotto, Erust Stark, Jaime Escusa, S. Tsoteku, Pedro Helgunn, Wilh burger, Rosa de Kozel, S.Gutknecht, a Müller, A Mandemaker, Otto Luft, A. Ringelberg, L. Luschi, Carlos Kozel. 

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Quarta Carta.

Woudschoten, 21 de maio de 1951.

Queridos irmãos e irmãs em Cristo: 

Temos recebido vossa carta de 21 e foi lida aos delegados.

As três quartas partes dos membros da comunidade representando aproximadamente 9.000 membros em 9 Uniões e 3 Campos, não podemos reconhecer a vossos delegados, já que os mesmos não gozam da confiança e a apresentação da maioria dos membros. Vosso chamado de entregar o protocolo e os relatórios não o reconhecemos.

Estamos dispostos a criar a unidade sobre uma verdadeira base fundamentada nos princípios e tais são as diretivas de nossa fé. A posição tomada por nós durante todas as reuniões da Conf. Geral, foi necessária, a fim de defender o bom nome do Movimento.

Não temos nada contra diversos assinantes de vossa carta. Teríamos muito que dizer, porém a fim de manter a paz, calaremos. Enquanto se tratar da autoridade deste Movimento, está fora de lugar se os tais estão unidos de sua autoridade como representantes. Não queremos seguir com a discórdia desta pergunta. Rogamo-vos em nome do Senhor Jesus Cristo que queremos evitar toda separação por causa das más experiências pelas quais se perdem as caras almas. Admoestamo-vos não vos deixar influenciar por parcialidade e simpatias a determinadas pessoas, se não brindar vossa atenção à obra. Temos escutado durante cinco dias a ofensa de pessoas culpáveis e com isto é suficiente. Cremos que a luz da Palavra de Deus, é um pecado continuar com estes temas. Se quizerdes seguir com as atuações a fim de conseguir um feliz término e para evitar sacrifícios no futuro, dai-nos por fim a segurança que quereis ler nossa declaração. Isto também foi a promessa dos irmãos Kozel, Müller e Ringelberg.

Em nome dos delegados e com saudações cristãs, ficamos vossos irmãos em Cristo.

Assinada pelos irmãos 

D. Nicolici e Stewart *********************************************************************************

Quinta Carta (Em mãos próprias)

Woudscheten, 21 de maio de 1951.

Aos irmãos Nicolici e Stewart

Queridos irmãos em Cristo:

Rogamo-vos em nome do Senhor comparecer diante de nós. Recebemos vossos escritos com a declaração, a qual foi lida e conferenciada diante dos delegados. Chegamos à conclusão de ter que considerar-vos como rebeldes. Como devemos seguir o caminho bíblico, damo-vos a oportunidade de dar vossa resposta pessoalmente diante de nossa reunião de delegados que para melhor será terça-feira pela manhã, 22 do presente às 9:00 horas. Nós rejeitamos vossa declaração como injusta. Queira o Senhor lhes dar graça como a todos de Seu povo e proteger Sua obra de futuros prejuízos para que não se perca nenhuma alma.

Com sinceras saudações, por autorização dos delegados da Conf. Geral.

Assinado: A. Ringelberg e C.Kozel
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Sexta Carta

Zeist (Holanda), 22 de maio de 1951.

Queridos irmãos:

Recebemos vossa anterior carta de 21 de maio e nos constrange que haveis chegado a tal determinação, de rejeitar nossa solene declaração que está baseada em demonstrações evidentes. Se nossa declaração não vos pode levar à situação de investigar vosso próprio caso e se não estais seguros das consequências que podereis trazer sobre a igreja de Deus, então, tendes vos embaraçado com vossos planos. Nós cremos que poderíeis encontrar uma melhor ajuda para a presente crise. Tudo está em vossas mãos. Ainda retendes uma autoridade ilegal e ao mesmo tempo vos converteis em acusadores e juízes de vossos irmãos. Chamastes-nos a comparecer diante da justiça, e nos declarais como insurretos. Que valor teria para nós, se aparecêssemos à determinada hora perante vós? Acaso não pensais vós que sois responsáveis diante de Deus e dos irmãos de todo o mundo, ao pretender uma autoridade que teria que ter finalizado em 7 de maio, e não obstante a retendes até hoje ainda? É este o único proceder e sacrifício que podeis oferecer pela justiça, para alcançar a paz e unidade entre o povo de Deus, enquanto nos condenais, nós que representamos 9 Uniões e 3 Campos Missionários e milhares de crentes? Vós condenais igualmente a todos os irmãos que compartem nossa posição. O povo será juiz. Se tivésseis reconhecido que em 20 de maio de 1951, chegava máximo tempo para deixar incondicionalmente vossos cargos, teria sido salva a crise. Vossa simpatia é muito considerada para vossos amigos que vos apoiaram. Não tendes meditado que para aqueles que trabalharam duramente muitos anos a fim de manter a pureza e a dignidade dentro do Movimento, teríeis que ofercer-lhes o mesmo espírito que a vossos colaboradores? Vós tendes decidido sacrificar 12 delegados, obreiros consagrados, homens com experiência e demonstração de sinceridade durante muitos anos, como também a milhares de crentes, para manter em seus cargos aos irmãos Kissener, Korpmann, Kozel, Müller e Ringelberg. 


O Senhor queira nos dar graça e iluminar vossos pensamentos no presente tempo para que possais chegar ao reconhecimento de vossos pecados, os quais provocaram a pior das confusões que jamais existiu entre nós. Estamos completamente convencidos de representar o direito e que estamos a uma nova iniciação do Movimento de Reforma. Se tendes influenciado com todos vossos argumentos aos delegados que estão convosco, reconhecerão não obstante, ao final, terem, sido defraudados. Em vez de apoiar aos princípios deram sua influência e ajuda a pessoas isoladas. Não podemos aceitar vosso convite desta manhã, apesar de ter chegado a vossa determinação com uso ilegal das Sagradas Escrituras. Queira Deus nos ajudar e não ter em conta todas vossas maquinações e obra contra nós.

Ficamos vossos irmãos em Cristo.

Assinado: 

Gustavo Fronz, Vicente Cimera, D.Nicolici, Silverius Eggarter, D.Devay, H.Hohenreiner, A.Lavrik, A.Cecan, E.Laicovschi, A.Braga, C.T.Stewart e J. Hartmann. *********************************************************************************

Sétima Carta

Zeist(Holanda), 22 de maio de 1951.

Aos irmãos Nicolici, Stewart, Lavrik e partidários:

Nossos queridos irmãos:

Em 20 de maio de 1951, depois de que vos haveis separado voluntariamente de nós e logo após a troca de cartas que foi efetuada, em especial após nossa carta de ontem na qual apenas vos chamávamos rebeldes, convidamo-vos concorrer a nossa reunião em 22 de maio às nove horas da manhã a fim de tratar quanto a vosso proceder. Lamentamos que depois de todos os acontecimentos que sucederam e as causas nomeadas, vimo-nos obrigados a excluir aos irmãos culpados, à partir de hoje. Vale D.Nicolici, Andrés Lavrik, e Stewart, por expulsados. Além se desprende de vossa carta, a qual nos entregara o ir. Lavrik, em 22 de maio de 1951, que vós pensais começar um novo Movimento de Reforma. Os outros irmãos que estão de vosso lado: Eggarter, Cecan, Devay, A.Braga, Fronz, Hartmann, Hohenreiner, V. Cimera e Laicovschi, - do irmão Eggarter faz-se a observação que como delegado não têm voto. Decidimos um determinado tempo para pô-los à prova, com a esperança de que voltem reconhecendo suas faltas. Todos os irmãos acima nomeados que estão postos à prova e observação à partir de hoje, estão eles obrigados a entregar em devolução todos os documentos, inventários e dinheiro que para o Moviento de Reforma lhes fosse confiado. À partir deste momento não têm direito de receber dízimos ou outras doações dos membros do Movimento de Reforma. Nós declaramos que os edifícios que estão em nome da União do Brasil, pertencem à Conferência Geral. O mesmo vale para os imóveis de outras nações, como Peru.

Com cordiais saudações dos delegados da Conf. Geral.

Assinado: 

Delegados: Helserun, Angel Craviotto, Carlos Kozel, W Buys, Otto Luft, E. Stark, A. Müller, O Mandemaker, J. Tsetestai, A. Ringelberg, R. de Kozel, J. Escusa, Luisa Luscher. Delegados da Conf. Geral.

Não delegados: Brd. N. Haven, M.P. Ringelberg, L. Frintch, L. Ferrari, Str. G. Kelly, S.F. Baker, W.Korpmann.
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UM EXEMPLO SEM PRECEDENTES

Nós dirigimos a atenção aos irmãos do mundo inteiro, sobre o seguinte: Depois que nós temos tentado convencer alguns de nossos irmãos dirigentes, quanto às dolorosas equivocações contra nossos princípios, a má administração financeira, como também das propriedades, não nos tem prestado nenhuma atenção aos conselhos que nós temos oferecido. Temos levantado uma queixa contra os irmãos Kozel, Müller e Ringelberg, que seus casos deveriam ser investigados por uma comissão especial, a que os irmãos deveriam ter satisfeito. 


Ir. D.Nicolici - Secretário da Conf. Geral e membro da comissão da mesma durante mais de 22 anos, e delegado da União USA. Ele não tem sido apenas exonerado de seus cargos senão também excluído da obra.

Ir. A. Lavrik - Membro da Comissão da Conf. Geral e Chefe da União Brasileira, o qual passou metade de sua vida no campo de trabalho no Brasil, foi recompensado com a destituição de seus cargos e exclusão do movimento.

Ir. C.T. Stewart - Chefe da União Australiana, dirigente da Escola Missionária "HEBRON" de Austrália e delegado da mesma União, que também foi destituído de seus cargos e excluído da obra.

Ir. E. Laicovschi - Chefe de duas Uniões Norte e Sul, da América do Sul. Ele trabalhou ativamente durante 24 anos em tais Uniões. Foi recompensado com a destituição de seus cargos.

Ir. J. Hartmann - Chefe da Associação Oeste e Vice-presidente da União alemã, e delegado. Foi destituído de seus cargos.

Ir. G.Fronz - Chefe de Colportagem da União Alemã, pastor com bênção e delegado de tal União, foi recompensado com a destituição.

Ir. S. Eggarter - Chefe do Campo Missionário Austríaco, que trabalhou ativamente durante dezoito anos, pastor com bênção, também ele foi destituído de seus cargos.

Ir. A. Cecan. - Chefe do campo Missionário do Rio de Janeiro, trabalhou ativamente no serviço da obra; membro da Comissão da União e delegado da mesma, foi destituído de seus cargos.

Ir. D. Devay - Chefe do campo Norte do Brasil, trabalhou dezoito anos no serviço da obra. Tem sido recompensado com a destituição de seus cargos, na oportunidade de sua primeira visita à Conferência Geral.

Ir. A.B. Braga - Secretário da União Brasileira e editor da Missão, foi destituído de seus cargos.

Ir. B.Hohenreiner - Pastor com bênção do Campo Missionário Austríaco, ficou destituído de seus cargos por sua firme convicção.

Ir. V.Cimera - Obreiro Bíblico. Membro da Comissão da Argentina durante mais de 16 anos, e delegado da Conf. Geral, foi destituído de seus cargos.

Queridos irmãos: Deixamos a vosso próprio juízo, esta obra de atribuições e exaltamento que foi executada pelos irmãos kozel, Müller e Ringelberg, junto com outros irmãos, entre eles, alguns inaptos como delegados. Eles se atribuiram o poder como de Reis e governantes. Mediante a exclusão e destituição de seus cargos aos irmãos acima mencionados; violaram os direitos das igrejas, associações e uniões a que eles pertencem. Nós consideramos que este procedimento é um terrível pecado, que foi cometido não somente diante de alguns irmãos, senão contra o Movimento inteiro. Estamos seguros que vós como membros, protestareis contra tal atitude para com os irmãos fiéis e experientes que foram enviados de diferentes partes do mundo para vos representar, elevando vossa voz contra aqueles culpáveis, que assinaram tal sentença, tomando assim uma firme posição ao lado da justiça divina.

A Carta com o resultado da exclusão acima mencionada, recebemos na tarde do dia 22 de maio de 1951, depois que todos os outros delegados com seus dirigentes abandonaram o lugar das reuniões no mesmo lugar que eles deixaram, onde ao princípio estavam juntos.

Fomos deixados sem dinheiro e sem comida, contra a promessa que nos foi dada, de que a União Holandesa faria cargo de nos subministrar os alimentos necessários até 2 de junho de 1951.

Este procedimento não cristão, causou a muitos irmãos, que não contavam com dinheiro necessário para suprir seus gastos, grande aflição e consternação. Ademais enviaram (os irmãos Kozel, Müller e Ringelberg) ordens, mediante circulares dirigidas aos membros de diversas Uniões comunicando-lhes que nós tínhamos sido excluídos e que não nos ajudassem de nenhuma maneira, e tampouco nos recebessem em seus respectivos lares.
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Oitava Carta

Zeist (Holanda), 27 de maio de 1951.

Queridos irmãos e demais delegados:

Temos recebido vossa carta de 22 deste mês. Durante a leitura de vossa carta encontramos que vós, irmãos, tendes levado a cabo rapidamente vossa decisão, sem perguntar, o que o céu tem a dizer a este respeito, como assim também os demais países do mundo. Nós estamos realmente entristecidos porque tendes chegado a tal determinação. Teria sido necessário examinar e considerar nossa carta dirigida a vós e levar as conseqüências. A decisão a qual tendes chegado não têm comparação na história da igreja. Como podeis tomar tal determinação, e deixar cessantes aos delegados e obreiros consagrados, provenientes das Conferências locais de Uniões e diversas partes do mundo que não estão sob vosso controle? Os delegados não estão no trabalho da Conf. Geral; eles são delegados das Conferências de Uniões e as representam diante da Conf. Geral. A Conf. Geral pode usar sua autoridade de expulsar de sua reunião seus delegados tendo motivo para isto, porém uma completa conf. Geral representada, não têm poder para excluir a comunidade (igreja); isso é coisa da congregação local a qual o causante pertence. A Conf. Geral mantém cessassão de causa sobre as conferências, porém unicamente quanto à organização da igreja. Ela não tem atribuições para deixar cessante os obreiros da Conferência da União, ou expulsar a pregadores de alguma União, somente em casos de haver suficientes motivos para isto. Se vós sois irmãos que quereis deixar cessantes a obreiros ou empregados das Conferências de Uniões, teríeis primeiramente que dissolver a estas últimas Conferências. Vós tendes ido além do permitido, ao permitir a assistência a vossas reuniões, de diversas pessoas que não foram delegados, para influenciá-los mediante ocorrências incertas para fazê-los contribuir com a assinatura da exclusão de diversos obreiros que estiveram ao serviço do Movimento de Reforma durante a maior parte de sua vida. Damo-vos uma nova oportunidade para corrigir vossas velhas faltas que são consideradas como grande pecado contra vossos irmãos. Se rejeitais este conselho, tereis que suportar a condenação e o juízo por vosso próprio proceder. Não reconheceis o que tendes feito e como Deus olha vosso proceder? O Senhor diz: 'Por seus frutos os conhecereis". Não creiais que este é o método de cura para sarar feridas que devem ser curadas. Não podeis ver que vós, quando lançais a vossos irmãos e à união, fazeis uma obra de traição à Santa Confiança? De quem tendes obtido as atribuições de falar contra cada membro presente da junta de delegados?

Oferecemo-vos uma nova oportunidade de pensar sobre vosso proceder e esperamos mais tardar até à tarde, receber uma resposta na qual vós estais dispostos a reconhecer vossos pecados e enganos. No caso de não obter uma resposta adequada, levaremos todos estes antecedentes diante dos membros, deixando-o a seu critério para que os julguem.

Ficamos vossos irmãos em Cristo.

Por encargo dos delegados. 

Assinado: D. Nicolici, C.T.Stewart, A.Lavrik. *********************************************************************************

Nona Carta

Utrecht (Holanda), 27 de maio de 1951.

Queridos irmãos:

Temos recebido vossa carta datada em 27 de maio de 1951. Nós rejeitamos vosso escrito. 


Referente à vossa exclusão, nós como Conf. Geral, declaramo-vos como rebeldes, e segundo os princípios temos o direito de excluí-los.

Com saudações cordiais, os delegados.

Seguem treze assinantes.
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