sábado, 20 de setembro de 2014

9 Perguntas Feitas pelos Adventistas que o Movimento de Reforma não Respondeu em Friedensau

"L. R. Conrad — Agora temos algumas perguntas à Associação Geral, as quais apresento aqui.

1ª pergunta: Nossa direção falhou ao tolerar o serviço militar de nossos irmãos em tempo de paz e a freqüência de nossos filhos às escolas no Sábado?

É preciso ter em conta que todos estavam animados do vivo desejo de conseguir, dentro do possível, o Sábado livre para ambas as partes. Nossos irmãos permaneceram encarcerados durante anos, não porque se negassem a prestar o serviço militar, mas por desejarem ter o Sábado

livre.

2ª pergunta: Os dirigentes do movimento opositor tinham o direito de agitar as nossas igrejas nessas circunstâncias difíceis; de provocar desordens; de dissolver as igrejas e de formar suas próprias igrejas, quando, desde o princípio, asseguramos com ênfase que cada um tinha a liberdade de proceder conforme os ditames de sua consciência e podia permanecer em sua respectiva igreja; só que devia expor claramente sua posição perante o governo?

3ª pergunta: Era correto que o próprio movimento publicasse escritos num tão crítico tempo e os distribuísse aos milhares, entre o povo, dizendo que o fim do mundo se seguiria imediatamente após a guerra; e que ainda fizessem sair essas publicações com o nome de nossa editora de Hamburgo em vez de atribuí-las a seu próprio nome e editora, como a lei exige?

4ª pergunta: O movimento opositor tinha o direito de tratar nossos irmãos, durante a guerra, de assassinos e profanadores do Sábado porque procediam conforme a sua própria convicção e prestavam o serviço militar?

Note-se que nossos irmãos fizeram o possível para conseguir o Sábado livre ou achar ocupação no serviço da Cruz Vermelha. Mas, justamente ou por motivo da forte propaganda do movimento opositor, tiveram as maiores dificuldades.

5ª pergunta: É justa a acusação de que nos apropriamos de (roubamos) suas casas editoras e suas instituições missionárias?

6ª pergunta: Tinham, ainda, o direito de publicar revistas e de fundar uma união própria, de consagrar pregadores e de denominar-se "Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia" sem terem contato com a direção da Associação Geral, que ainda estava aqui representada em 1917?

7ª pergunta: É bíblico apresentar os Testemunhos da irmã White, como eles o fizeram em suas revistas, a fim de distribuir milhares de exemplares entre pessoas que não são adventistas? Ou os Testemunhos são escritos somente para a Igreja de Deus?

8ª pergunta: Tinham o direito de distribuir publicamente as ditas revistas depois de nossas reuniões, como extratos dos nossos sermões, expondo-nos como a "Babilônia caída", usando ainda falsamente os Testemunhos com esse fim?

9ª pergunta: Tinham o direito de adotar a posição de que todo serviço na Cruz Vermelha é um serviço do diabo, como o expressa sua ata de fevereiro de 1918 e sua assembléia de 29 de setembro de 1918, ou que afirmem que o serviço da Cruz Vermelha na frente de trabalho continua sendo "um serviço do diabo", segundo resolução trocada?

L. R. Conrad — Lamento, irmãos, que estejam em discussão tais perguntas. Elas nos causaram muito sofrimento. Quase cada semana tínhamos a polícia em casa. Eu fui muito molestado por ser americano. Nossos pastores, em sua maioria, estavam fora e também a maioria de nossos oficiais da igreja e irmãos estavam fora, e num tempo assim entravam em nossas igrejas para desfazê-las. Páginas 14 e 15 do Protocolo de Friedensau.

Essas foram as 9 perguntas feitas ao movimento opositor que eles nunca responderam, será por quê?! Nem para negar alguma acusação eles se interessaram em responder. Simplesmente ignoraram os adventistas. Enquanto que os adventistas foram solícitos em os responder, eles nem se importaram com os problemas que causaram a toda a igreja em tempo tão difícil.

Agora eu lanço um desafio aos reformistas responderem hoje essas acusações!

16 comentários :

  1. REVISTA ADVENTIST WORLD AGOSTO DE 2014 - LEIAM PAGINA 17 - GENTE: http://issuu.com/adventistworldmagazine/docs/aw_august_2014_portuguese/1?e=2948086/8798437

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  2. Você está magoando os santos dos altissimos, Deus vai cobrar o sangue deles de você

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    1. Os santos não se metem com iridologia pois isto não é medicina é misticismo como o livro da macumbeira africana a cura pela uva também é.

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  3. Naturalmente nenhum dos integrantes do “movimento opositor”, como foi chamado inicialmente, queria ser separado da sua igreja, portanto, desde o momento que começou a guerra e houve a exclusão dos membros que não estavam a favor da guerra, foram solicitadas reuniões com os dirigentes da Igreja Adventista.
    Durante o tempo de guerra tornou-se muito difícil realizar estas reuniões, pois todas as linhas de comunicação estavam fechadas, sendo assim muito difícil entrar em contato com outras pessoas, e, além disso, ao fazê-lo corriam risco de vida.
    Quando a guerra finalmente terminou, os representantes da Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma conseguiram reunir-se na cidade alemã de Magdeburgo, e aí combinaram enviar uma solicitação formal à Associação Geral, para que fosse possível chegar a um entendimento, baseado na antiga plataforma da terceira mensagem angélica.
    Os dirigentes da Igreja Adventista concordaram com esta reunião, que ficou marcada para os dias 21 a 23 de Julho de 1920 no colégio da igreja da cidade de Friedensau, Alemanha.
    Nesta reunião estiveram presentes 55 membros da Igreja Adventista, 51 dirigentes da Divisão Europeia e 4 da Associação Geral. Conradi liderava as Uniões Europeias e Daniells liderava a Associação Geral. Da parte do “movimento opositor” havia 16 membros e eram liderados por E. Dorschler e por Otto Welp.
    O objetivo desta reunião era fazer um exame a tudo o que tinha acontecido durante a guerra. Ou seja, folhetos, revistas, panfletos e outros documentos comprometedores, que foram difundidos pelos que estavam de acordo com a guerra, confrontando-os com os do grupo contrário à guerra, que também foram distribuídos, e se possível chegar a um entendimento.
    Mas um problema maior ainda tinha que ser discutido, que era o porquê dos irmãos do movimento opositor terem sido expulsos da igreja, sendo que estes queriam uma explicação à luz da Bíblia e Testemunhos.

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    1. Se ninguém queria ser separado da igreja por que organizaram-se como igreja oficialmente em 1919 na Alemanha? Se você leu o protocolo de Frindensau, (o que eu duvido) lembrará que A. Doscheler se apresentou como presidente do referido movimento. Quem não quer se separar não recolhe dízimo, compra gráfica e nem paga salário a pastores e obreiros. Se fossem realmente pessoas sinceras, estariam em suas casas orando e esperando a guerra terminar para terem uma reunião com os líderes como foi feito, mas o que vemos é uma rebelião e total falta de confiança na liderança da igreja ao deixar de devolver os dízimos a igreja e contratarem pastores para si. Assumiram que gostaram de terem saído. A verdade sobre essa reunião é que foi uma farsa para depois saírem dizendo para os membros que tetaram um acordo, mas a igreja se recusou. Se leu o protocolo verá que a igreja adventista ia aceitar todos como membros novamente, mas eles disseram não! A pura verdade é que eles nunca quiseram!

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  4. AS PERGUNTAS DA SOCIEDADE MISSIONÁRIA INTERNACIONAL

    Os representantes do “movimento opositor” solicitaram aos dirigentes da Associação Geral uma resposta a 4 perguntas que lhes foram apresentadas pelo irmão Dorschler, a saber:

    1. “Que posição toma a Associação Geral referente à resolução que tomou a direção Alemã desde o ano 1914 em relação ao quarto e sexto mandamento?

    2. Que provas existem de que não seguimos a regra bíblica com os nossos irmãos?

    3. Que posição tem atualmente a Associação Geral dos irmãos Norte Americanos referente aos testemunhos da irmã White? Em primeiro lugar, são inspirados por Deus ou não? Segundo ponto: Seguiremos proclamando a reforma pró-saúde (que ela nos trouxe) como braço direito da mensagem ou não?

    4. É a nossa mensagem de Apocalipse 14:6-12 Nacional ou internacional?” (Protocolo de Friedensau, págs. 11, 12)

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    1. A questão discutida aqui não é as perguntas que o movimento opositor fizeram, mas o por que que esse movimento não respondeu as da igreja adventista. A maioria de suas postagem fogem completamente do que propus no post. O que deveria fazer e não fez era responder as perguntas que foram feitas em 1920.

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  5. AS PERGUNTAS DA IGREJA ADVENTISTA

    Depois das suas infelizes declarações, Conradi quis fazer algumas perguntas à Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia, as quais vamos transcrever para depois dar uma explicação, pois não queremos que o estimado leitor fique com dúvidas sobre o assunto.
    Conradi começou a falar dos panfletos, folhetos e revistas publicadas, supostamente escritos pelo “movimento opositor”, que foram colocados em cima da mesa, assim como algumas outras perguntas. Um total de 9 perguntas foi feito por Conradi:

    1. “Faltou a nossa direção, ao tolerar o serviço militar dos nossos irmãos em tempo de paz, e na assistência dos nossos filhos às escolas aos sábados?

    2. Tinham direito os dirigentes do movimento opositor de agitar constantemente as nossas igrejas durante essas circunstâncias difíceis; de criar desordens, de derrubar igrejas e de formar as suas próprias igrejas, quando desde o princípio, assegurámos com ênfase que cada um tinha liberdade de proceder de acordo aos ditames de sua consciência e que podia permanecer na sua respetiva igreja; e unicamente devia expor claramente a sua posição ao governo?

    3. Foi correto que o movimento publicasse escritos em um tempo tão crítico e os distribuísse aos milhares entre o povo, dizendo que o fim do mundo seguiria imediatamente depois da guerra, e que, além disso, publicaram esses escritos com o nome da nossa editora de Hamburgo em vez de atribuí-las ao seu próprio nome e editora como o exige a lei?

    4. Tinha direito o “movimento opositor” de tratar os nossos irmãos durante a guerra de assassinos e profanadores do sábado porque procediam conforme à sua própria convicção e cumpriam o serviço militar?

    5. É justa a acusação de que nos apropriámos (roubámos) das suas casas editoras e instituições missionárias?

    6. Tinham, além disso, o direito de publicar revistas e fundar uma união própria, de consagrar pregadores e de chamarem-se “Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia”, sem ter contato com a direção da Associação Geral, que ainda estava representada aqui em 1917?

    7. É bíblico apresentar escritos de Ellen White como fizeram nas vossas revistas a fim de distribuir milhares de exemplares entre pessoas que não são adventistas? Ou são os escritos dos Testemunhos unicamente para a igreja de Deus?

    8. Tinham o direito de repartir publicamente ditas revistas depois dos nossos sermões, expondo-nos como “Babilónia Caída”, usando, além disso, falsamente os testemunhos com esse fim?

    9. Tinham direito de adotar a posição de que todo o serviço na cruz vermelha é um “serviço do diabo”, como o expressava o protocolo de Fevereiro de 1918 e a sua assembleia de 29 de Setembro de 1918; ou que afirmem que o serviço na cruz vermelha na frente continua a ser um “serviço do diabo” segundo a resolução alterada?” (Protocolo de Friedensau, págs. 31-33)

    A maior parte destas acusações não eram reais, porque a quase totalidade dos documentos não pertencia ao “movimento opositor”.
    Estes documentos foram escritos por fanáticos que não tinham nada a ver com os ideais apresentados pelo “movimento opositor”.
    Estas pessoas apenas estavam dececionadas pelo rumo que a Igreja Adventista tinha tomado ou dececionadas por terem sido expulsas da Igreja, mas não pertenciam à Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma.

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    1. Você repetiu as perguntas que eu já tinha postado no artigo sem necessidade, só para tomar espaço e cansar o leitor. Nem tudo que você escreveu eu aprovei, pois é longo e vago. O que precisamos são de respostas claras e objetivas a cada pergunta, mas antes eu te aconselho a ler o protocolo de Fridensau pois lá poderá ver que o movimento opositor reconheceu como sendo seus vários folhetos dizendo que a igreja adventista era babilônia, que o fim do mundo seria depois da guerra e etc.

      Outra coisa aqui não é lugar para longos estudos reformistas. Não aprovo longos e enfadonhos textos repetindo os velhos mantras reformistas sem provas. Falar por falar até eu falo.

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    2. OS QUE NAQUELE TEMPO NÃO FAZIAM PARTE DO MOVIMENTO HAVIAM FEITO PARTE DELE QUANDO ESCREVERAM SUAS HERESIAS, ACUSAÇÕES, FALSAS PROFECIAS ETC. UM DELES ÉRA WIECK QUE NA OCASIÃO NÃO FAZIA PARTE POR ESTAR PRESO.

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  6. Podemos concluir então que Gertrude Kersting era membro da Igreja Adventista quando começou a pregar as suas ideias, pois em 1909 ainda não se tinha dado o tema da guerra, nem se tinha dado a separação.
    Poderemos também falar de E. Herms, que de facto pertenceu à Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma. Ele publicou um folheto chamado “O Forte Clamor”, sem informar nenhum dos irmãos da organização, e por isso, terminou sendo expulso da Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma.
    Finalmente, outro caso que se pode abordar foi o de Carlos Hossfeld, que por exemplo escreveu “Sinais dos Tempos”, e que também foi expulso da igreja pelos seus escritos e ideias contraditórias às da organização da Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia.
    O irmão Dorschler afirmou: “Aproximavam-se de pessoas que eram pouco objetivas. Da nossa parte, não estávamos em condições de avaliar que tipo de pessoas eram e de esta maneira sem perguntar nada ao comité, publicaram os seus escritos, porque no princípio não estávamos bem organizados.” (Protocolo de Friedensau, págs. 26-29)

    Portanto, estes 4 casos acima descritos, dois pertencendo à Igreja Adventista e outros dois pertencendo à da Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma, não se podem imputar às organizações das igrejas, pois eram ideias e visões próprias de pessoas dominadas pelo ódio.

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    1. Eu fico estarrecida com tamanha falta de discernimento por parte de gente que acredita em tudo que a reforma diz! Você mesmo acabou de concordar que a reforma teve dois indivíduos que publicaram e distribuíram folhetos com previsões falsas, mas ai vem argumentar que isso é normal? Que toda igreja tem isso? Helloooo!!? A igreja adventista não estava sendo fundada naquela data e esses sonhadores saíram da igreja como vocês. A diferença é que a reforma começou espalhando mensagens apocalípticas de um fim próximo e de que as pessoas deviam sair da mesma para serem salvas. O que Conrad falou era a verdade, por mais que depois vocês viram que com essas ideias não iriam longe. O que aconteceu foi que mudaram as estratégias com o tempo, pois ao serem confrontados com os escritos de Ellen White viram o quanto eram ignorantes e que não ganharam membros da igreja adventistas com essas ideias. Mas o fato mais interessante de tudo isso e que te esconderam e eu vou te revelar agora, é que esses falsos profetas do movimento opositor só foram repreendidos e excluídos da reforma depois que suas profecias nãos e cumpriram. A verdade era que a maioria dos membros do movimento de reforma naquele tempo na Alemanha acreditava desses falsos profetas. E isso eles mesmos dizem em seu livro, "A história do MR" de Alfons Balbach.

      Para terminar, eu li todos os seus comentários e você só respondeu, ou melhor tentou responder uma pergunta e são nove, estão faltando ainda 8. E não venha com textos longos de Lutero e de Ellen White fora do contexto, e nem fique repetindo os mantras de que 98% apostaram e só 2% foram fiéis, pois eu ouvi isso por 16 anos, mas ao ler os livros de Ellen White, a Bíblia, o protocolo de Fridensau e os livros da reforma eu percebi que tudo isso é mentira! E por isso fiz o blog. Eu já postei muito material aqui que prova que isso é uma mentira, então te aconselho evitar esses mantras e esses estudos prontos da reforma, pois conheço e tenho todos.

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  7. É interessante como a irmã elimina as partes que se referem à igreja adventista dos meus comentários. Se houvesse honestidade teria deixado todos os meus comentários. Creio que isto diz tudo sobre este blog. Aliás eu já estive para responder a outra falsa informação que a irmã tinha aqui (se não me equivoco já a eliminou) onde dizia que não foi tomada nenhuma medida para com aqueles que cumpririam o serviço militar na guerra civil de 1963 (eu tenho o documento que comprava que foram excluídos da igreja se necessita), mas tive o bom senso de não responder porque vejo qual é o espírito que está por detrás de isto tudo.

    Irmã, apenas posso sentir pena de si e desejo do fundo do meu coração que o Senhor tenha misericórdia de si.

    Um bem haja

    Que o Senhor a abençoe

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    1. Eu não excluir nada que fala sobre a igreja adventista. O que não aceitei foi seus enormes textos dos escritos de Ellen White falando sobre outro tema que não era a guerra, já que ela mesma era a favor dos membros servirem no serviço militar. Existe uma regra para postar aqui e eu já expliquei. Se quer fazer um estudo de longos textos cansativos que não explicam de maneira clara o assunto pode fazer, mas no seu blog. Se está inconformado com minha postura faça um blog para me rebater, mas ninguém vai ocupar grande espaço no meu blog repetindo texto fora do contexto como você fez. Todos os textos que postou são bem conhecidos e qualquer um pode encontrar na internet. Eles são sem necessidade, pois quando ouve a reunião de Fridensau EGW já estava morta.

      Quanto a exclusão de um membro da igreja adventista em 1963 eu também tenho a carta de Ellen White dizendo que foi um erro e pede que desfaçam a exclusão. Você só pegam a parte da exclusão que saiu na revista adventista, mas não publicam a carta de Ellen White dizendo que estavam errados. E depois disso ninguém foi excluído por causa dessa assunto.

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    2. Eu publiquei mais da metade dos seus comentários e quem lê já percebe o quanto é vago e em 5 posts não conseguiu nem responder 1 das noves. Textos de Ellen White e a história de Lutero não acrescenta nada as minhas perguntas. Se quer responder, que seja claro e objetivo como foram as perguntas e não fique fazendo rodeios e confusão para no fim não explicar os assuntos.

      Olha para o que escreveu acima e veja o quanto foi enfadonho. Pra que repetir as minhas perguntas? Pra que falar das 4 perguntas dos reformistas? As perguntas dos reformistas foram respondidas em Fridensau. A questão que deve responder é porque os reformistas não responderam nada. Por que mudaram de assunto quando foram questionados? Se ler o protocolo verá que eles mudam de assunto e dizem que não vão se unir a igreja adventista que irão em outra reunião em 1922. Eram nove perguntas que deviam ter respondindo, mas simplesmente ignoraram, por quê? Porque eram culpados de tudo aquilo e para quem está dizendo que é fiel e cristão, não foram atitudes corretas? o que fizeram foi vergonhoso, feio, anti-cristão, mas eles estavam vendo somente o defeito dos adventistas e não queriam nem saber dos seus.

      Eu vou postar ainda as más obras dos reformistas que eles mesmos contam em seu livro. Para poderem enxergar o quanto foram anticristão no tempo de guerra e perseguição.

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