terça-feira, 24 de julho de 2012

Radiografia do Reformismo


Cronica escrita por J. Laerte Barbosa ex-reformista falando sobre o movimento de reforma em 1974, mas que ainda vale para o tempo atual, já que a reforma não evolui com o passar do tempo e nem suas ideias fanáticas.
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Durante a minha última viagem à região amazônica tive oportunidade de conhecer Porto Velho e Rio Branco, além de rever as aprazíveis plagas manauaras. Tenho muitos amigos espalhados naqueles rincões onde o povo é realmente
acolhedor.  Ali a hospitalidade é uma constante, desde Belém, metrópole considerada cartão de visita e portão da Amazônia,até as proximidades dos contrafortes andinos, no extremo oeste.

A Amazônia hoje é algo diferente daquela Amazônia de uns dez anos atrás. Conheci Manaus nos meados da década passada. A Capital Baré de então apresentava ares acentuadamente coloniais. A televisão ainda não havia chegado para modificar muitos dos hábitos da população, não se falava em Zona Franca, em indústrias e aeroporto modernos, em rodovias, enfim. Viajava-se para o sul nos antigos DC-3 e DC-4. Os DC-6 e os jatos "Caravelle" (bimotores) voavam em horários bem mais rarefeitos Até então era muito comum chamarem a Amazônia de "Inferno Verde", mas, felizmente, daí para cá, os próprios livros ilustrados sobre a "Hiléia Brasileira" começaram a chamarem-na "Paraíso Verde", a bem da justiça.

Hoje centenas de passageiros do Brasil e do mundo transitam diariamente pelo Aeroporto de Ponta Pelada (Manaus), e Val-de-Cans (Belém), bem como nos aeroportos dos Territórios Federais, em modernos jatos quadrimotores. E esses jatos puros fazem escalas internacionais várias vezes por semana nessas metrópoles cujos arranha-céus se multiplicam ensombreando os vetustos sobradões lusos.

A despeito dessa inexorável marcha do progresso que invade o Brasil no sentido sul-norte, ainda existe, nas capitais sulinas, muita gente que pensa que ao descer do navio no porto fluvial de Manaus ("Manaus Harbour", no Rio Negro), o viajante sai pisando por sobre cobras gigantescas, e precisa estar de sobreaviso por causa dos inúmeros jacarés. É verdade que no interior da Amazônia há regiões riquíssimas em "carapanãs" e "piuns" (insetos), como eu mesmo já os enfrentei, mas não será necessária tanta precaução nas principais cidades. Também um "perigo" enorme é a (suposta) presença de hordas de índios de alta periculosidade, pelas ruas afora. Tudo isso não passa de exagero, que infelizmente ainda prevalece em muitas mentes acostumadas ao comodismo citadino...

Transcorridos estes quatro parágrafos, terminam os necessários preliminares do assunto propriamente dito: assim como há mentes enfermiçamente exageradas no que tange à nossa querida "Hiléia Brasileira" (como a chamou Humboldt), da mesma forma existe uma minoria abstrusa que lidera uma comunidade apagada e litigante, que se compraz em chamar-se com o pomposo título de IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA, seguido do aposto "MOVIMENTO DE REFORMA".

Baseada em excertos capciosamente arranjados, "provam", dentro da Bíblia e dos Testemunhos do Espírito de Profecia, que a Igreja Remanescente está rejeitada por Deus, vomitada de Sua boca por ser atualmente nada mais que uma messalina.

Parece, entretanto, uma verdadeira ironia, que, meretriz como querem que a IASD seja, os frutos da verdadeira prostituta está, isto sim, no âmago do assim chamado "Movimento de Reforma". As concepções dos líderes reformistas a respeito do trabalho realizado peja IASD são respectivamente as seguintes:

a) Instituições — Os católicos e protestantes também as têm;

b) Publicações das mensagens do Espírito de Profecia — Os protestantes também publicam a Bíblia. Por que é que os adventistas não são detentores também deste apanágio? dizem;

c ) Evangelização através da "A Voz da Profecia" — Os adventistas apenas pregam, porém não praticam coisa nenhuma;

d) Escolas — Para que instituições escolares se a volta de Jesus é fato iminente? Jesus escolheu os homens iletrados do Seu tempo...

A continuar enunciando, as letras do alfabeto seriam insuficientes. Assim, os líderes reformistas vivem em perenal assento etéreo, longe, longe, muito longe da "levedura da apostasia da gaiola", a cujos paramos de suposta glória jamais devem os maus costumes da "classe numerosa" ter acesso. São tão "puros" os habitantes desse Olimpo, que uma radiografia por quem com eles conviveu durante quase duas décadas revelará os seguintes traços que demonstram como ali as coisas se esboroam:

1) Os "reformistas" vivem em função da Igreja Adventista: Nas reuniões de comissão, desde aquelas das igrejas locais até as realizadas nas assembleias da assim chamada

"Conferência Geral", seja para imitar os métodos, seja para condená-los, o procedimento dos adventistas é mencionado a cada passo. Isso demonstra a inteira dependência em que vivem, em relação à IASD, como os toxicômanos dependem dos alucinógenos. Usam as publicações da Casa Publicadora Brasileira. Até o Hinário Adventista faz parte do acervo de que se utilizam nos cultos doméstico e público. Logo após a publicação do Hinário Cantai ao Senhor, pela CPB, a "Editora Missionária A Verdade Presente" publicou o "Hinos de Sião", de 300 hinos, sem música, o qual é usado em caráter paralelo, em casa e na congregação. Diga-se ainda que essas três centenas de hinos nada mais são do que o mesmo Hinário Adventista (de 350 hinos), publicado reduzidamente, com a numeração alterada e com apenas algumas palavras modificadas! Também os hinos que a juventude canta a quatro vozes, etc, pertencem ao manancial musical inesgotável da nossa igreja.

Aquela liderança se compõe de verdadeiros "exegetas" dos periódicos da CPB, especialmente a Revista Adventista. Esta, como cada novo lançamento da imprensa adventista, são examinados capítulo a capítulo, parágrafo a parágrafo, palavra a palavra, letra a letra, pois com suas ideias fanáticas e preconcebidas, nessas páginas encontram muito material comprobatório da "apostasia" dos próprios depositários.

2 ) Vivem eternamente recalcados pelo complexo de inferioridade: Por esta razão são um povo "superior", não só na fé, mas especialmente nas obras, segundo a letra da Lei. Assim, movem eterna guerra à IASD. Como se isso não bastasse, guerreiam contra as facções separadas a partir de 1951. São três as facções principais no mundo; ao que se sabe, só no Brasil há ainda duas outras sub-facções, a saber:

a) Primeira facção principal: Lavrikismo — Surgiu no dia 20 de maio de 1951, na assembleia da "Conferência Geral", realizada na Holanda. São adeptos do Sr. A. Lavrik, assessor do Sr. D. Nicolici, que, na ocasião fora eleito presidente, por 11 delegados. Depois de ter sua sede na Califórnia, esta foi mudada recentemente para Nova Jersey. Minha esposa conhece as acanhadas dependências em que está instalada, pois lá esteve há exatamente três anos.

b) Segunda facção principal: Kozelismo — Surgiu na mesma data; são seguidores do Sr. C Kozel, que havia sido presidente na gestão que terminou em 1951. Foi reeleito pelos 14 delegados que deram apoio nessa ocasião em que as lutas intestinas deflagraram, "depois de longo e tenebroso inverno", como diz o poeta. Estes delegados

recriminam até o dia de hoje o odioso "grupo dos onze", mencionado acima. A sede desta facção foi inicialmente em Speele, Alemanha, e atualmente confesso que não sei onde é. Nem tenho muito interesse em saber. Só sei que existe. Enquanto que o forte da facção "a)" é o Brasil (3.000 membros), o forte da "b)" é a Alemanha, onde os marcos alemães fornecem recursos para a manutenção da "obra" (dízimos).

c ) Terceira facção principal: Nicolicismo — A facção "a)" esteve aparentemente

coesa de 1951 a 1965. Mas dali para cá aparece nova ebulição nessa vergonhosa chaleira. Novo processo de decrepitude e esboroamento torna-se inevitável. Assim os Srs. D. Nicolici e seu filho J. Nicolici passaram a ser um grave problema a mais até o dia de hoje. Os problemas se acentuaram quando o caudilhismo capadócio do Sr. Lavrik foi de encontro ao capadócio caudilhismo do Sr. Nicolici. Na briga de 20 de maio de 1951 na Holanda verificou-se o partidarismo de romenos contra alemães; desta vez (1965), nos EUA, a briga era de romeno contra romeno. No fundo mesmo, iugoslavos, brasileiros e americanos também entraram nessa triste confusão... Tudo isso porque, na assembleia da "Conferência Geral" de 1959 no Brasil, o Sr. Lavrik fora eleito presidente, em lugar do Sr. Nicolici... O certo é que os Nicolici ainda não encontraram uma fórmula viável para a fundação da sua própria "Conferência Geral". Por enquanto não têm uma sede "legal" como os outros movimentos.

Qualquer um desses grupos se arremessa à arena contra a IASD, e, bem assim, contra os outros dois. O que importa é lutar, não importando contra quem seja. Destarte, muitas almas se extraviam para a incredulidade, completamente desorientadas. As sinceras, dirigidas pelo Senhor, atinam enquanto é tempo, com a Igreja Remanescente (IASD), procuram esquecer um passado negro e triste, e, por terem-se unido à igreja verdadeira são chamados pelos "reformistas" em geral de "apostatados", como é o caso deste cronista. Mas, como se isso não bastasse, surgem, dessa massa de analfabetos outros "líderes", com as pretensões as mais extravagantes. E é assim que existem mais duas outras sedes de "Conferência Geral". Uma delas situava-se em Vila Nhocuné, São Paulo (hoje em Ribeirão Preto), e a outra no bairro da Lapa, Capital. Estes "movimentos" também "autênticos" no dizer dos seus chefes querem igualmente um lugar ao Sol, e, por sua vez se digladiam e competem com a barafunda anteriormente descrita. Também eles pretendem trazer mensagens de repreensão e orientação para a IASD! ...

Há pouco esteve visitando o gabinete do Pastor Orlando G. de Pinho um desses "expoentes". Trata-se de um romeno, ex-obreiro do movimento lavrikista. Diante de tanta neurose ali despejada, o Pastor Pinho não sabia se sentia náuseas ou comiseração. Patrício desse tal, e neurótico como ele, é um dos mais antigos pastores do movimento lavrikista atualmente, cidadão fanático por excelência, cujas opiniões são levadas em conta em todas as reuniões que se realizam nas dependências da igreja da "Reforma" da Asa Norte, em Brasília...

E, para não correr o perigo de descambar na citação de um enorme rosário de nomes, diga-se de passagem apenas, que cada um dos movimentos de "reforma" se arvora, de modo blasfemo, como sendo o QUARTO ANJO DE APOCALIPSE 18:1!

Em minha vida experimentei a dolorida experiência de ter pertencido, desde a infância, ao ramo reformista aparentemente mais avantajado (lavrikismo). Um dos seus mais eminentes líderes, hoje residente nos EUA-, advoga o ponto de vista de que a "companhia dos santos em luz", mencionada em Testemunhos para Ministros é aquele "movimento". Isto é, antes de tudo, uma blasfêmia. Ademais, os pastores colegas desse cidadão discordam frontalmente desse ponto de vista, achando eles mesmos que isso é uma afirmação néscia, já que a "companhia dos santos em luz" refere-se aos anjos!

3) O Departamento Educacional é uma balela: O Ginásio Ebenézer, que pertencia ao ramo aparentemente mais avantajado está fechado desde fins de 1970, pelos seguintes motivos:

a) foi multado, na ocasião, em Cr$ 30.000,00 (trinta mil cruzeiros), por irregularidades administrativas;

b) assim como os "Testemunhas de Jeová", os pastores não concordavam na obediência às Leis, no que diz respeito ao hasteamento da bandeira, nos dias de efemérides nacionais;

c ) os pastores que dirigem esse departamento não têm sequer certificado de conclusão do curso primário. Um ou outro está agora eliminando as matérias do Madureza;

d) Aqueles líderes alimentavam ciúmes do corpo docente, que naquela época era composto inteiramente de membros da igreja. Anteriormente a maioria dos professores era de fora...

4 ) O setor médico missionário é outra farsa: Enquanto suportou permanecer

na comunidade (1967) o Dr Emmerich Kanyo Benedek supervisionou a Clínica Naturista "O Bom Samaritano". Depois que ele decidiu deixar aquele "movimento", aquela clínica passou a ser uma simples e precária casa de banhos. Os líderes alimentavam esperanças de terem como responsável pela clínica, um conterrâneo meu, acadêmico de Medicina na Universidade de Campinas, mas como pretendiam bitolá-lo sob o jargão da ignorância, o que aconteceu foi a deserção de mais um elemento de alto valor. Hoje o jovem, ainda solteiro, está já graduado, e faz especialização em neurocirurgia num grande hospital paulistano... e não é membro de igreja nenhuma. Porém, temente a Deus como sempre se revelou, tem grande probabilidade de vir brevemente a ser um bom adventista, útil na Causa do Senhor.

Quanto à chamada "clínica", faz anos que é administrada (ou des-administrada, não sei), por pessoas semianalfabetas, com foros de administradores-ecônomos. Quanto ao Dr. Kanyo, era o único em todo o mundo, além de um outro colega seu, de universidade, que clinica na Alemanha, e pertence ao ramo "reformista" sediado naquele país.

5) A colportagem é algo rudimentar: Os livros não têm qualidade nem espiritual, nem literária. As obras são plagiadas, e, diante de pessoas íntimas, de alguma visão, o autor se confessa, jocosamente, como charlatão, como eu sou testemunha ocular. A direção da colportagem é monopólio vitalício de um leigo a quem os presidentes da União Brasileira, por gestões sucessivas prestam a mais incondicional obediência. A dois desses presidentes (o penúltimo e o antepenúltimo) uma teve que declarar sem tergiversar, que eram verdadeiros fantoches. Sou testemunha ocular desses fatos.

6 ) Nas assembléias organizatórias, as eleições são proforma: Os titulares de departamentos que tratam de trabalhar dinamicamente são imediatamente visados e proscritos. Repetem-se absurdos esquecimentos, durante biênios após biênios, da parte dos tais "departamentais", de sorte que na assembleia seguinte, nem o próprio "departamental" sabe mais quem é quem!

7 ) O progresso rastejante é algo sintomático: No Brasil são cerca de 3.000 (três mil) membros, e, nos EUA, onde fica a sede da "Conferência Geral", não passam de 200 almas!

8) O padrão cultural é troglodítico: Não há incentivo ao estudo, pelo contrário, ele é desaconselhado, e a música é de péssima qualidade. Nas reuniões de jovens a geração nova procura apresentar o melhor. Há bons cantores, bons pianistas e excelentes oradores, mas essa é a minoria universitária. Imiscuindo-se entre estes, e dominando-os, prevalece o gosto vulgar de pastores de baixo nível cultural, que apresentam músicas "importadas" dos grupelhos pentecostais. Nesses "hinos" encontrei muitas vezes heresias de vários tipos, a saber:

a) heresias contra as doutrinas bíblicas fundamentais;

b) heresias contra os preceitos que regem a boa música; e

c) vergonhosos atentados contra o vernáculo, pelo menos.

Continuar enumerando seria praticamente chegar ao infinito- Assim, é uma pena que permaneçam na "reforma" os meus irmãos universitários, os quais me ajudaram a abrir os olhos quanto à falácia de tão espúrio(s) movimento(s). As tramas são tão bem urdidas, que confundem mesmo as mentes mais lúcidas. Porém, eu vim para a Igreja Adventista do 7.° Dia, vi a sua pujança que só se explica pela intervenção divina, e fiquei atônito por ver como é possível que pessoas racionais, inteligentes, lá permaneçam. Fico atônito ao ver como eu mesmo demorei tanto em entender verdade pura e cristalina de que só os adventistas somos portadores.

Por isso quero que esta crônica seja uma verdadeira carta aberta àqueles meus amados irmãos de compreensão, que ainda se acomodam num daqueles movimentos falsos. Quero também que seja uma carta aberta a muitas pessoas que viveram antes de mim, e, com sua atitude positiva me ajudaram a tomar a decisão áurea da minha vida.

São numerosas essas pessoas, mas dentre elas realço as seguintes: Stefan Aszalos, Melita R. Martins, Giacomo Molina, Giacomo Molina Filho, Pastor Diomar Pereira dos Santos, Ezequias Dias Vieira, David Katona, Joel Ratona, Dr. Emmerich Kanyo Benedek...

Todas estas figuras têm, por anos e anos a fio, suas vidas dissecadas na "reforma". Assim agora também serão dissecadas "per seculi seculorum" os mínimos detalhes da vida de um Vilmur Medeiros, de um Nilson Albuquerque, de um Cyro Erthal, de um

J. Laerte Barbosa. Por que não dizer? A todos estes eu gostaria de dizer com toda a sinceridade: "FOI MUITÍSSIMO BOM VOCÊ TER VINDO!"

Escrevi recentemente à irmã Melita R. Martins, e lá de Porto Alegre ela me responde jubilosamente. Num "post scriptum", no rodapé da última página, ela coloca esta ressalva: "Peço desculpar os eventuais erros de português. No meu tempo a 'reforma' não deixava estudar, isto é, aconselhava que a gente não estudasse". Eis aí uma verdadeira radiografia do reformismo!

Assim como a Amazônia é considerada o celeiro da humanidade, assim como ela é considerada pelos ecologistas como a maior fonte de oxigênio da Terra, da mesma forma a Igreja Adventista do 7.° Dia é, sem dúvida nenhuma, a fonte por excelência do oxigênio espiritual do Planeta. Não importa se, como a Amazônia, ela é considerada um "Inferno" a fervilhar de apostasia. Antes ser um "Inferno Verde" a ser um "Paraíso Vermelho", que é o Movimento de Reforma "Original" (1914? 1951? 1952?... ? ). As ideias "vermelhas" dos alemães e romenos que a ela deram origem têm como consequência esse fanatismo desbragado, cujos traços mais recônditos 'nenhum radiologista poderá jamais detectar!

É para mim um imenso prazer ter descoberto a tempo este verdadeiro Eldorado, para que assim eu e meus companheiros possamos ajudar na construção de verdadeiras Transamazônicas e Perimetrais-Norte espirituais.

Foi muito bom, caro Vilmur, foi muitíssimo bom você ter vindo a tempo para nos animar e ajudar. Foi ótimo! Ótimo mesmo!

Por J. Laerte Barbosa 
Fonte: Revista Adventista de setembro de 1974

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