segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A Mensagem a Laodicéia e a Justiça Pela Fé

Por M. L. Andreasen

"E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a, testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente: oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da Minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu ; aconselho-te que de Mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e vestidos brancos, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas; Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: sê pois zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta, e bato: si alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no Meu trono: assim como Eu venci, e Me assentei com Meu Pai no Seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas". Apoc. 3: 14-22.

A igreja de Laodicéia é a última das sete mencionadas nos capítulos dois e três do livro do Apocalipse. Dado o fato de estas sete igrejas compreenderem o tempo que medeia entre o primeiro e o segundo advento de Cristo, e sendo, além disto, a igreja de Laodicéia a última das sete, deve existir, por força das circunstâncias, precisamente antes da segunda vinda do Filho do homem.

Este fato se reveste de tremendo significado par a o povo de Deus que vive neste tempo. Si somos verdadeiramente o povo de Deus; si estamos atualmente no que a Bíblia chama "o tempo do fim"; si a mensagem à igreja de Laodicéia é para o último povo, então esta mensagem é para nós. Nada sobreleva em importância à mensagem proveniente de Deus; uma mensagem não só dirigida à igreja em geral, mas sim ao "pequeno rebanho"; uma mensagem para os que estão aqui reunidos. É nosso direito, nosso dever, nosso privilégio, aceitar esta mensagem individualmente, e aplicá-la à nossa vida de uma maneira pessoal.

O que envia a, mensagem estabelece três coisas com respeito a si mesmo: Ele é o Amém; é a Testemunha fiel e verdadeira; e é o Criador. (A frase que diz "o princípio da criação de Deus" deve ser compreendida aqui como "o iniciador da Criação de Deus".) Esta introdução é feita para confirmar nossa fé nAquele que nos envia a mensagem. É o Criador que se dirige a nós. Fala na qualidade de Testemunha fiel e verdadeira. Sua palavra não só tem autoridade, mas também finalidade. Nada mais pode ser acrescentado. Ele é o "Amém".

A Condição do Povo

A mensagem que Deus envia a Seu povo não é para lisonjeá-lo. A verdade nem sempre é agradável ao coração humano; e torna-se difícil, por vezes, ao menos para alguns, mesmo o admitir os fatos. Sem dúvida, o cristão sincero deve estar sempre disposto a aceitar a verdade e proceder de acordo com ela e, quando fala a Testemunha fiel e verdadeira, aceita a mensagem como proveniente de Deus. Sua atitude é a seguinte: "Fala, Senhor, porque o Teu servo ouve".

A primeira declaração da Testemunha é: "Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente." Fala-nos de obras. O povo de Deus não está fazendo tudo o que pode; não é acusado de estar completamente ocioso. Tão pouco seus membros são frios ou quentes, mas sim mornos. Podemos deduzir daí que na obra que realizam há falta de entusiasmo. Não estão cheios de ardor por Deus, nem estão frios, também. Estão simplesmente mornos.

É fácil apresentar estatísticas acerca da obra que a organização está fazendo, e lançar mão de cifras imponentes. Todos nós necessitamos de estímulo de vez em quando, e há muito na obra de nossa organização que nos enche de maior ânimo. Mas pode ser de utilidade, nesta ocasião, considerarmos a declaração da Testemunha fiel e verdadeira no concernente à, nossa igreja local, e a nós mesmos individualmente. Quais são precisamente as condições desta igreja? Qual é a condição de meu caso? Estamos sinceramente dispostos a encarar os fatos, estamos dispostos a, fazer um inventário durante esta semana e saldar nossa conta em face da mensagem da Testemunha fiel? Está dizendo a verdade a Testemunha quanto ao meu caso, no caso desta igreja, ou teremos de buscar, em qualquer outra parte, sua aplicação? É certo que demonstramos muito pouco interesse nas atividades missionárias da igreja, na escola sabatina, ou na campanha da Recolta Anual? Estão alguns deixando de pagar a quota da igreja, dispostos a deixar que outros levem a carga? Pode fazer-se uma larga lista das negligências dos membros da igreja; mas o perigo a que está sujeita semelhante lista é o existir em irmãos que encontrarão nela aquilo que se enquadre admiravelmente a alguma outra pessoa, olvidando que seus próprios descuidos devem parecer os maiores da lista, e devem ser de tal magnitude que todos os demais pareçam pequenos. Considerem os oficiais sua responsabilidade à luz da condição da igreja que está sob seu cuidado, e examine-se cada membro a si mesmo. Examine-se cada qual à luz da declaração reveladora da Testemunha fiel, e, achando-se ser verdadeiro o Seu testemunho, tomem-se os passos adequados para remediar as condições. Unicamente sendo vivida a mensagem a Laodicéia, realizará ela o que Deus deseja.

Condições Externas; Estado Interno

"Dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta. " Esta asserção diz respeito às condições espirituais. Indica uma conformidade absoluta com as coisas, tal como vão. Os membros se consideram ricos e acham que estão enriquecidos de muitos bens, e nada necessitam. Que sonho agradável e lisonjeiro! Cuidado, porém! É somente um sonho. A realidade é bem outra.

A verdade é que não são ricos; são pobres, são miseráveis. Não têm muitos bens; estão nus. Sua visão está mais que obumbrada: não existe; estão cegos. Em vez de não necessitar de coisa alguma, de tudo têm necessidade. Sua condição dificilmente poderia ser pior. E, além de tudo, parecem ignorá-la. É este o sintoma mais perigoso de todos. A menos que abram os olhos, não há esperança para eles.

"Mas será esta uma descrição verdadeira?" perguntarão alguns, "não haverá exagero nisso?" Há inimigos da igreja que têm usado as palavras da Testemunha para "expor" as condições da igreja remanescente, logrando alcançar muito êxito ao fazê-lo. Deduz-se claramente que estão contentes por não pertencerem à igreja e desejosos de que outros se lhes unam ao apartar-se dela.

Todavia, esperemos. A igreja de Laodicéia é a última das sete. Não há outra. É esta a igreja de Deus, ou não existe nenhuma. Si Deus a rejeitar, não terá outra sobre a terra; porque, repitamo-lo, não existe outra igreja, não existe uma oitava igreja, não há uma igreja "seguinte". Há somente sete igrejas, e a de Laodicéia é a última. Si esta for vomitada, Deus ficará sem igreja. Não deve haver mal entendido a, respeito. A igreja de Laodicéia, por indigna que seja, posto que miserável, pobre, cega e nua, é ainda a igreja de Deus. Não há outra.

Poderá ser que alguém, perplexo, venha a perguntar: "Mas como pode ser isto? Como poderá a igreja de Deus estar em semelhante condição, e ser, ainda, a igreja de Deus? Não haverá erro em alguma parte? Não diz Deus que vomitará a igreja?" Consideremos este ponto.

A Porta Aberta da Esperança

Devemos aperceber-nos de que Deus está enviando uma mensagem de advertência a Seu povo. Declara a Seus filhos a sua condição, mas não os abandona em desespero. Perante eles há uma porta aberta. Notemos as animadoras palavras: "Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: sê pois zeloso, e arrepende-te. "Deus está corrigindo a Seu povo, não para que desanime e fique abatido, mas sim para que saiba que Deus o ama. Notemos, novamente: "Aconselho-te que de Mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e vestidos brancos, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas. "Deus não está a escarnecer de Seu povo. Não o aconselharia, a comprar dEle as coisas que necessita, si não fora possível obtê-las. Antes, porém, o fato de estar aconselhando Seus filhos a comprar, é uma evidência de que está disposto a suprir esta necessidade. Deve notar-se, além disto, que a mensagem provê precisamente as coisas que faltam. A mensagem que os condena, que os repreende, mostra também o caminho de saída. Não há nenhuma, necessidade que não seja satisfeita pela própria mensagem.

Quando lemos que a condição de Laodicéia é deplorável, não havemos de considerar levianamente o assunto e deixá-lo passar como coisa de pouca significação. Não devemos desesperar, como si não houvesse esperança, e unir-nos àqueles que se deleitam por causa das negligências de Israel. Cumpre, porém, arrependermo-nos diante de Deus, aceitando o conselho da Testemunha fiel, comprando dela as coisas de que carecemos.

Fará isto a igreja? Arrepender-se-á ela? Volverá Laodicéia ao Senhor, de todo o coração? Na própria mensagem isto não nos é dito. Visto se tratar de uma questão individual que cada um deve decidir por si mesmo, o assunto fica aberto. Não teria sido o melhor anunciar o Senhor o resultado. Isto não seria sábio. Si a Palavra declarasse que

Laodicéia haveria de volver-se para o Senhor e aceitar-Lhe a mensagem, alguns se sentiriam tentados a descansar em uma segurança carnal, confiados em que tudo haveria de sair bem. Caso fosse anunciado o contrário, tenderia a desanimar. É melhor, portanto, que tenha sido deixada tal como está, e que cada qual esteja em guarda quanto à sua condição, obtendo a certeza de que está fazendo tudo o que Deus requer. Isto concede a cada um a oportunidade de tornar segura sua vocação e eleição; não o exalta nem a desanima indevidamente, mas faz com que mobilize todas as energias a fim de alcançar o prêmio almejado.

A Última Igreja Há de Triunfar

Embora fique com o indivíduo a responsabilidade de ocupar-se de sua própria salvação com temor e tremor, o caso, no tocante à igreja de Laodicéia, como igreja, é diferente. As portas do inferno não prevalecerão contra ela. A última igreja não será vomitada; não será rejeitada; avançará triunfante. Dissemos já que não existe uma oitava igreja. A igreja de Laodicéia que aqui se nos apresenta como de tudo necessitando, é a mesma igreja que obterá a, vitória sobre toda perseguição e que se manterá em pé, ao final, sobre o mar de vidro, vitoriosa mesmo sobre a besta e sua imagem. (Apoc. 15:2) O povo está livre de engano, e Deus mesmo não acha falta nele. Seus membros são imaculados mesmo à vista do céu. (Apoc. 14:5) Escutaram o conselho da Testemunha fiel, receberam o colírio, compraram o ouro provado no fogo, aceitaram o manto branco para eles provido, vestindo-se com a glória de Deus, de maneira que se acham habilitados a estar em pé ante o olhar esquadrinhador do Todo-poderoso. (Apoc. 3:18)

Demais, Deus ama a Sua igreja. (Vers. 19) E é claro que a porta não está cerrada para ela, dado o fato de Jesus se achar à porta do coração, a chamar, esperando entrar logo que esta se abra. Disto aprendemos três coisas: Primeiro, que Deus ama a Sua igreja a pesar de todas as suas faltas; e que quer vê-la salva; segundo, que Deus tem um remédio para todas as faltas de Seu povo, e que está ansioso de que seja aplicado; e terceiro, que ele está à porta, pronto para entrar ao ser ela aberta, prometendo receber Seus filhos, uni-los consigo mesmo e fazê-los sentar sobre Seu trono como vencedores. Não existem na Bíblia maiores promessas que estas. Deveriam ser poderosa fonte de estímulo para todos os que lutam contra o pecado.

Para que saibamos que a igreja de Laodicéia. Não há de ser abandonada, ao final, pelo Senhor, a seguinte mensagem animadora nos foi dada: "Debilitada e defeituosa, necessitando constantemente ser admoestada e aconselhada, a igreja é, sem dúvida, o objeto do supremo cuidado de Cristo. Mediante Sua graça procura influenciar o coração humano, efetuando tal transformação de caráter, que os anjos ficam maravilhados, e expressam seu gozo em cânticos de louvor. Regozijam-se ao pensar que os seres Humanos, pecadores e sujeitos a errar, podem ser transformados". — Test., Vol. 7, pág. 16.

O Amor de Deus Não Induz Ninguém a Acariciar o Pecado

Mas o amor de Deus não nos deve tornar cegos ao fato de que Ele está grandemente preocupado por Sua igreja, e de que existe nela alguma coisa que está muito mal. A própria mensagem declara: "Eu repreendo e castigo a, todos quantos amo: sê pois zeloso, e arrepende-te. "Em nossa ansiedade por ocultar do mundo nossas faltas, não devemos cometer o erro fatal de crer que tudo está bem. Há pecado na igreja. Nem se devem apresentar desculpas pelos pecados existentes. Em vez disso, deve fazer-se um cuidadoso exame de coração e verificar-se um arrependimento que compreenda completa renúncia a todo mal. Isto é o que se deve dar. Nada poderá ser de mais desastrosas consequências para nós do que alimentar a ideia de que, em virtude do amor de Deus por Sua igreja, seus membros não devem estar devidamente preocupados. A verdade é que todo aquele que, mediante um zeloso arrependimento do pecado, não abrir amplamente a porta e permitira entrada do Mestre, nunca verá o reino dos céus. Embora a igreja avance triunfante, tal pessoa será deixada fora.

Escreva-se com uma pena de ferro e grave-se na consciência de toda alma que Deus toma o assunto muito a sério. Chegou o tempo de fazer uma obra cabal para a eternidade. O pecado na alma deve ser morto, ou, caso contrário, matará a alma. Ninguém que continue vestido com o sujo manto da justiça própria será salvo jamais. Será rejeitado como inapto para as cortes de Deus.

A Confissão do Pecado com Restituição

Si estas coisas são assim, que devemos fazer para ser salvos? A confissão, livre e completa, a Deus e às pessoas ofendidas, eis a condição primeira. O preço pode ser imenso, mas deve ser pago. Fazei a confissão à pessoa ou pessoas ofendidas. Aos interessados no caso, não a outros.

Com a confissão vem a restituição. Havendo erro, deve existir uma disposição a repará-lo, sempre que seja possível. O que furtava, não furte mais. Mais do que isto, faça restituição, sempre que possível. A pessoa que não está disposta a reparar, não se arrependeu. Faça-se uma obra completa. É-nos necessário que os vestidos de pureza e santidade cubram nossa nudez diante de Deus. Unicamente assim poderemos estar em pé diante do perscrutador olhar do Senhor quando vier inspecionar os hóspedes. (S. Mat. 22:11-14)

A Justiça Pela Fé

Que é o vestido com o qual Cristo há de cobrir a Seus filhos, e que exige todos tenham? Nada menos que o manto de Sua própria justiça, o vestido da santidade e pureza, que são "as justiças dos santos", o "linho fino, puro e resplandecente". (Apoc. 19:8.) Este manto não pode ser ganho, mas unicamente pode ser comprado do Senhor, e isto sem dinheiro e sem preço. É uma dádiva gratuita. E a única condição para recebê-la consiste na obrigação de usá-la.

Muita discussão teológica tem havido com respeito ao significado da justiça pela fé, sobre o que é e o que significa. A questão não é inextricável, e não exige, também, profunda percepção teológica. É, de fato, tão simples, que ninguém precisa errar. Como todas as verdades vitais do evangelho é suscetível de ser compreendida por todos.

A parábola do filho pródigo o apresenta volvendo ao lar paterno coberto com vestes sujas. Andara com os porcos, suas vestes estavam rotas e andrajosas, e de nenhuma maneira se achava pronto para aparecer aos seus antigos amigos, ou mesmo ante os servos. O pai, vendo sua condição, ordena que se lhe ponha o melhor vestido. Assim ataviado, é apresentado a todos, como convinha ao filho.

Deus faz obra idêntica em prol de cada pecador que vem a Ele. Tira-lhe os vestidos sujos, provendo-lhe outros, limpos, puros, imaculados. O pecador está coberto com os vestidos da justiça de Cristo, seus pecados são perdoados, e espiritualmente se acha preparado para a companhia dos santos.

Este processo de perdoar e purificar se chama "justificação pela fé". Deus permite ao homem que comece de novo e o tem em um novo conceito. Passa ele a ser considerado pertencente à família de Deus. Esta é a obra que se faz por cada pessoa que se arrepende. Seus pecados podem ser muitos, mas o passado fica em olvido, dá-se-lhe um novo coração, e torna-se, daí, uma nova criatura em Cristo Jesus.

Ao tempo de sua conversão o pecador aceita a Cristo, aceitando com Ele a justiça pela fé. Desde esse momento é tido como justo. A justiça é-lhe imputada, e, mediante Cristo, é reputado como perfeito nEle. A vida de Cristo está em lugar da sua, e é considerado como si nunca houvesse pecado. Compete agora, ao homem, desenvolver um caráter de acordo com o vestido que usa, de maneira que, quando aparecer sem Mediador à vista de Deus, seu caráter possa assemelhar-se ao Modelo divino. Esta obra de santificação progressiva não é obra de um dia, ou de um ano, mas sim de toda a vida. Começa com a conversão, prossegue dia após dia, continuando até atingir a perfeição na verdadeira santidade. Ao estar terminada, a pessoa reflete a imagem de Deus plenamente, a obra foi completa, e o Senhor põe sobre ela Seu selo de aprovação.

Assim sendo, que compete a nós fazer, agora, nesta Semana de Oração? Primeiramente devemos pedir a Deus o colírio celestial, de maneira que nos vejamos a nós mesmos como Deus nos vê. O colírio não nos é dado para que descubramos as faltas em nossos irmãos mas sim em nós mesmos. Não nos enganemos neste ponto. Um descuido aqui pode ser fatal.

Tendo-nos visto a nós mesmos tal qual realmente somos, não nos entreguemos ao desalento. Resolutamente devemos pedir a Deus o que há de cobrir nossa condição de nudez, e aceitar o manto de justiça oferecido; receber as verdadeiras riquezas de Sua graça; crer que Deus, pelos méritos de Cristo, perdoou nossos pecados, abrindo, então, amplamente a porta para que entre e tenha comunhão conosco. E a promessa é: "Entrarei em sua casa". (Apoc. 3:20.) Si seguirmos estas singelas instruções, com fé, Deus cumprirá abundantemente Sua promessa, e esta Semana de Oração será a melhor em nossa experiência. Queira Deus que assim seja.

Fonte: Revista Adventista Especial de maio de 1940

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