sexta-feira, 16 de março de 2012

Fracasso do Segundo Casamento de Walter



À Segunda Sra. C. 16 de abril de 1907. Querida irmã C: Recebi sua carta, e em resposta direi: Não aconselho o seu retorno a Walter C, a menos que veja nele decidida mudança. O Senhor não Se agrada das idéias que ele tem tido quanto ao que é devido a uma esposa. Em certa oportunidade falei muito claramente a Walter no tocante à sua responsabilidade para com a esposa. Vejo com muita clareza que seria um erro você tornar a unir-se a ele, uma vez que seu amor por ele se extinguiu. Ele não poderá torná-la feliz, a menos que suas idéias mudem.


Responsabilidade Para com os Pais. Você tem um dever a cum­prir para com sua mãe. Não deve colocar-se numa posição em que se sinta miserável e infeliz; se o irmão C mantém suas opiniões an­teriores, o futuro não lhe será melhor do que foi o passado. Ele não sabe como tratar uma esposa.

Sinto-me muito triste com isto. Penalizo-me naturalmente por Walter, mas não posso aconselhá-la a voltar para ele contra a sua decisão. Falo-lhe com a mesma sinceridade como falei a ele; seria perigoso para você colocar-se outra vez debaixo da ditadura dele. Eu esperava que ele mudasse.

O irmão C pode colocar o pai dele em uma de nossas clínicas, onde receberá cuidados de bom nível. A experiência que você teve no passado não deverá repetir-se. Quando você estiver livre dos cui­dados de sua mãe, poderá trabalhar em um de nossos hospitais.

O Senhor sabe tudo sobre sua experiência, irmã C. Tenha âni­mo no Senhor; Ele não a deixará nem a desamparará. Meu coração se enche da mais tema simpatia por você. Repouse sua alma desajudada em Cristo.

Ajuda Necessária no Hospital. Você sabe que nenhuma palavra foi proferida entre você e eu no tocante à sua ida para Battle Creek, tampouco você me falou algo de sua vida com Walter C no passado. Você não me dirigiu uma única palavra de queixa. A iniciativa de ir para Battle Creek foi algo de sua inteira responsabilidade, pois con­siderou justo e correto fazê-lo, e não a condeno por havê-lo feito.

Pois bem, minha querida irmã, você obteve conhecimento de como tratar doentes, e sua ajuda é necessária em nossa obra médi­ca. Ao você escrever, por bondade faça-me saber a respeito da saú­de de sua mãe.

O que está você fazendo? Necessitamos de obreiros fiéis, capazes de administrar tratamentos em nossos hospitais. - Carta 148, 1907.


Testemunhos sobre conduta sexual, adultério e divórcio, páginas 74 a 75

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